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	<title>Mônica Cury &#8211; Ombrelo</title>
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	<description>Notícias e Entretenimento - Juiz de Fora</description>
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		<title>Eu faço a Mostra de Cinema de Tiradentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Cury]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2018 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ela tinha apenas 12 anos quando a vi pela primeira vez. Foi paixão de cara. Apesar disso, nesse primeiro momento, o encontro não durou mais do que um dia. Mas foi o bastante para que eu nunca mais a largasse. Sim, foi desses amores que a gente fica lembrando, pensando, e, quando chega a hora [&#8230;]</p>
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<p>Ela tinha apenas 12 anos quando a vi pela primeira vez. Foi paixão de cara. Apesar disso, nesse primeiro momento, o encontro não durou mais do que um dia. Mas foi o bastante para que eu nunca mais a largasse. Sim, foi desses amores que a gente fica lembrando, pensando, e, quando chega a hora de ver novamente, a ansiedade pulsa forte.</p>
<p>Foi a Laura quem me apresentou. E foi o Thi quem me fez insistir e entender esse romance. Eu a vi crescer. Amadurecer. Acompanhei cada passo dado por ela. Foram muitas salas de cinema juntas. Cinema na praça, inclusive. Eu ri, chorei, aprendi e descobri muito com ela. Foram emoções de todos os tipos, como todo grande amor.</p>
<p>Quando ela fez 14 anos proibiram nossas noites de violão e luar no Chafariz de São José. Foi horrível esse momento, mas depois disso começaram a surgir festas na casa de amigos e suprimos essa vontade que tínhamos de não deixar a noite acabar na tenda. Dormir era perda de tempo. Foi com ela que descobri que amar é mesmo insano, depois de passar a ponte e ser sugada pela famosa Casa com o quadro da Monalisa.</p>
<p>Ela foi crescendo. Não era só eu que me apaixonava. Através dela eu conheci a Mariana Ximenes, Selton Melo, Antônio Pitanga, Camila Pitanga, Babu Santana e tantos outros artistas. Ela me levou para escutar tantas bandas &#8211; desconhecidas na época – e que atualmente eu sou completamente viciada, que algumas músicas quando tocam ainda hoje eu só me lembro dela.</p>
<p>A parte ruim é que eu só consigo tê-la uma vez ao ano. Em janeiro, antes do carnaval. Depois ela some. E a saudade dura o resto dos meses. Saudade daquele clima, do ar que fica totalmente diferente, dos jantares inigualáveis em restaurantes incríveis, dos mojitos na Casa Azul, do pagode com a Ana Cláudia e o Mauro, dos debates sobre filmes, da nossa casa chique no estilo Manoel Carlos, de tudo. Ela respira cultura.</p>
<p>Em 2018, eu fui mais uma vez atrás dela. Não consigo resistir. De novo ela estava linda, bem produzida e emocionante. Um pouco diferente de quando tinha 12 anos, claro. Com 21, ela já está toda independente. Mas, ainda sim, ela encanta.</p>
<p>Eu sou apaixonada pela Mostra de Cinema de Tiradentes há 9 anos. E não tenho nenhuma intenção de não estar lá novamente nos próximos anos, tirar a tradicional foto na tenda e postar nas redes sociais que #EuFaçoAMostra, desde 2009.</p>
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