“Merda!”
Que boa sorte que nada. O Dia Nacional do Teatro, comemorado dia 19 de setembro, merece ser a altura desse grande espetáculo.
Mas você sabe o significado das palavras usadas por trás do pano? Em comemoração ao Dia Nacional do Teatro, listamos as palavras mais usadas pelos atores, diretores, produção e amantes do teatro e também seus significados.
Merda!
Mas você sabe o motivo dos atores falarem “Merda” antes das apresentações? Tudo é uma questão de história e no teatro não tem como ser diferente. A expressão é de origem francesa (mérde) e significa boa sorte. Na França, quando ainda se usava carruagem, a quantidade de cocôs de cavalo na porta dos teatros, durante um espetáculo, representava o sucesso pela quantidade de pessoas presentes.
Muleta de Ator
A expressão é usada quando o ator busca algo para se apoiar para amenizar e facilitar o processo de criação. É uma justificativa para alguma coisa que o ator não domina, como por exemplo, quando o ator utiliza um objeto de cena para conseguir confiança ou entrar no personagem.
Engolir um ator em cena
Essa expressão é usada quando um ator se destaca mais que o outro no palco, ao ponto de se tornar mais marcante. Um ator experiente que interpreta um papel secundário, por exemplo, tem mais chances de engolir os outros, inconscientemente.
Batidas de Molière Duas séries de batidas com um bastão no chão, que consistem em três batidas curtas, seguidas de três batidas longas que, na época do teatro de Molière, século XVII, indicavam o início do espetáculo. Disponível em: <https://dicionariocriativo.com.br/expressoes/teatro/drama>. Acesso em: 18/09/2018.
Batidas de Molière Duas séries de batidas com um bastão no chão, que consistem em três batidas curtas, seguidas de três batidas longas que, na época do teatro de Molière, século XVII, indicavam o início do espetáculo. Disponível em: <https://dicionariocriativo.com.br/expressoes/teatro/drama>. Acesso em: 18/09/2018.
Batidas de Molière Duas séries de batidas com um bastão no chão, que consistem em três batidas curtas, seguidas de três batidas longas que, na época do teatro de Molière, século XVII, indicavam o início do espetáculo. Disponível em: <https://dicionariocriativo.com.br/expressoes/teatro/drama>. Acesso em: 18/09/2018.
Três Batidas de Molière
Duas séries de batidas com um bastão no chão, que consistem em três batidas curtas, seguidas de três batidas longas que, na época do teatro de Molière, século XVII, indicavam o início do espetáculo. Disponível em: <https://dicionariocriativo.com.br/expressoes/teatro/drama>. Acesso em: 18/09/2018.
Duas séries de batidas com um bastão no chão, que consistem em três batidas curtas, seguidas de três batidas longas que, na época do teatro de Molière, século XVII, indicavam o início do espetáculo. Disponível em: <https://dicionariocriativo.com.br/expressoes/teatro/drama/5181-batidas-moliere>. Acesso em: 18/09/2018.
Já ouviu uma campainha ou umas batidas mesmo antes da peça começar? Essas são as batidas de Molière. Dizem que o artista dava as três pancadas para chamar a atenção das pessoas e informá-las que o espetáculo iria começar. A ordem era: a primeira batida para informar que a carruagem do rei foi avistada, a segunda para avisar que o rei já estava no teatro e a terceira para informar que o rei estava pronto e que o espetáculo iria começar. Como na época, em torno do século XVII, não havia iluminação elétrica, Molière usava o som para que todos ouvissem e entendessem que o espetáculo iria começar.
Quebre a perna
Pode parecer horrível, né?! Mas o significado é o mesmo de “Merda”, boa sorte. A expressão é muito utilizada nos Estados Unidos e uma das teorias para sua origem é de que esteja relacionada à expectativa do elenco para que os aplausos do público sejam muitos fervorosos que as “pernas” do teatro (parte lateral onde ficam as cortinas) se rompam e levem o teatro abaixo.
Outra teoria é que o termo foi criado em alguma guerra que os Estados Unidos estiveram envolvidos. Antes de partir para as batalhas, os soldados diziam: “quebre uma perna”. Este poderia ser o melhor destino dos soldados durante o combate.
Mas tem uma terceira teoria: o público ficou tanto satisfeito e contente com o espetáculo que jogavam moedas para os atores. Quanto mais o artista fosse “obrigado” a se abaixar para pegar a moeda, mais suas pernas sofriam com o exercício.
Luzes da Ribalta
Sabe as luzes que ficam na parte dianteira do palco? São elas mesmas. As luzes que iluminam a cena e, geralmente, ficam escondidinhas.
Caco
O “caco” nada mais é que o improviso, quando o ator acrescenta algo que não estava programado no espetáculo.
Catarse
É o momento clímax. Seja dentro do processo de criação ou apresentação, a catarse é uma mistura de emoções e sentidos dos atores com os personagens que é, consequentemente, transmitida ao público.
Para não perder nada das peças juiz-foranas, fique sempre ligados nas programações dos mesmo:
Solar: Av. Presidente Itamar Franco, 2104, São Mateus / Telefone: (32) 3214-3912 / Site
Paschoal Carlos Magno Juiz: Rua Gilberto de Alencar s/nº, atrás da Igreja de São Sebastião, no Centro
Central: Praça João Pessoa, S/N – Centro, Juiz de Fora / Telefone: (32) 3231-4051 / Site
Fórum da Cultura UJFJ: R. Santo Antônio, 1130 – Centro, Juiz de Fora / Telefone: (32) 3215-3850 / Site
Pró-Música: Avenida Rio Branco, 2.329, Juiz de Fora / Telefone: (32) 3215-3951 / 3215-8045 / Site
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