Um publieditorial da Pernambucanas para refletirmos
Ano de 2018. Século XXI. A tecnologia tem evoluído, mas a sociedade continua convivendo com atitudes e pensamentos ultrapassados. Estatísticas, relatos femininos e comentários feitos por homens, por exemplo, comprovam: o mundo ainda é muito machista. Comemorar o Dia da Mulher, portanto, pode ser uma atitude muito contraditória se você contribui para a violência elas, em todas as instâncias.
As mulheres brasileiras tiveram conquistas relevantes nas últimas décadas. Em 1934 foi consagrada a igualdade entre os sexos. Dois anos antes elas conseguiram o direito ao voto. Princípios básicos de defesa às mulheres foram inseridos na constituição de 1988, representando mais avanços.
Foi pouco.
A realidade
De acordo com pesquisas recentes, doze mulheres são assassinadas por dia no Brasil. A taxa global de participação feminina na força de trabalho é de apenas 48,5%, e elas possuem remunerações inferiores às dos homens, ocupando menos cargos de comando nas grandes empresas. Os dados são preocupantes? Bastante. Mas o que estamos fazendo para mudar esse cenário?
A cada dia que passa, torna-se mais importante respeitar, valorizar e defender as mulheres. Precisamos estar conscientes sobre a situação feminina mundial, mas sem esquecer das atitudes que podem mudar a realidade dos ambientes mais acessíveis, criando novas oportunidades, combatendo os preconceitos e quebrando barreiras sociais e sexistas que ainda prejudicam as mulheres, tanto no mercado profissional quanto na vida (no sentido mais primário da palavra).
A força de trabalho feminina sempre esteve presente em nossa empresa. Antes mesmo da formalização, a Pernambucanas já apoiava uma mudança relevante, que se consolidou na década de 1930. Demoramos, mas conseguimos compreender mais a versatilidade feminina. Em um primeiro momento, as mulheres realizavam apenas trabalhos relacionados à administração, caixa e contabilidade. Mudamos isso a partir da década de 1970. Elas passaram a atuar como vendedoras, tendo salários equivalentes aos dos homens. Alguns anos depois, chegaram aos cargos de gerência em várias de nossas lojas.
Ainda era pouco.
Pouco a Pouco
Após as melhorias de condições, cargos e remunerações dentro da Pernambucanas, sentimos a necessidade de melhorar o ambiente, ampliando o respeito e, consequentemente, o prazer das mulheres por trabalharem em nossas lojas. Atualmente nossas funcionárias enxergam a Pernambucanas como um local de trabalho íntegro, amigável, respeitoso e feliz. E isso está diretamente ligado à satisfação de nossas clientes, que ao entrarem na Pernambucanas sentem um clima agradável e uma relação de comprometimento e admiração entre empresa, equipe e clientes.
Representatividade e respeito importam, e hoje temos o orgulho de dizer que a variedade e a versatilidade da Pernambucanas não dizem respeito apenas aos produtos (que hoje conseguem agradar todos os tipos de mulheres). Nosso quadro de funcionárias e funcionários é muito inclusivo, diversificado e talentoso. As pessoas se sentem confortáveis e respeitadas em nossas lojas. Temos a consciência de que estamos fazendo nosso papel.
Isso basta?
Não. Ainda é pouco.
No entanto, acreditamos e esperamos que essas poucas conquistas e atitudes consigam, em um futuro bem próximo, formar um todo ideal, mais igualitário, respeitoso e menos dependente de textos como este.
Visite a Loja
Em Juiz de Fora, a Pernambucanas fica no Shopping Jardim Norte. Acesse o site e saiba mais sobre a empresa e os produtos disponíveis.