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	<title>consciência negra &#8211; Ombrelo</title>
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	<description>Notícias e Entretenimento - Juiz de Fora</description>
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		<title>Dia da Consciência Negra: entenda a origem da data e saiba como será comemorada em Juiz de Fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara Turchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[ufjf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Data marca a morte de Zumbi dos Palmares O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo o território nacional. A data, 20 de novembro, marca a morte do líder negro Zumbi dos Palmares, que lutou contra a escravidão no período do Brasil Colonial. A data foi estabelecida no dia 9 de janeiro de 2003, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Data marca a morte de Zumbi dos Palmares</em></h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-23310" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/img_5a9d4e2a55de8-300x164.png" alt="" width="863" height="472" /></p>
<p>O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo o território nacional. A data, 20 de novembro, marca a morte do líder negro Zumbi dos Palmares, que lutou contra a escravidão no período do Brasil Colonial. A data foi estabelecida no dia 9 de janeiro de 2003, mas somente em 2011 que a lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Zumbi dos Palmares</strong></h4>
<p>Zumbi dos Palmares foi o líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos das fazendas.O líder do Quilombo dedicou sua vida lutando contra a escravatura no período do Brasil Colonial. A população do Quilombo chegou a atingir cerca de 30 mil habitantes, enquanto Zumbi era líder. No local, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura e produziam o que precisavam para viver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Debates em Juiz de Fora</strong></h4>
<p>Para marcar a data e fazer dela um momento de aprendizado e troca de experiências, a UFJF está realizando a Semana da Consciência Negra, que começou ontem e vai até o dia 30 de novembro.</p>
<p>O evento abriu inscrições para envio de propostas para serem debatidas. Ao todo, mais de 20 projetos foram aprovados com proposições de oficinas, minicursos, palestras, apresentações culturais, para o campus de Juiz de Fora e Governador Valadares.</p>
<p>O diretor de Ações Afirmativas da UFJF, Julvan Moreira de Oliveira, destacou o diferencial do evento. &#8220;A Semana foi organizada por dois coletivos convidados e isso possibilitou a participação de muitas pessoas de fora&#8221;, diz. Ele também explicou que, anteriormente, haviam outros eventos no campus, mas de forma isolada. Por isso havia coincidência de horários.</p>
<p>Com temáticas englobando educação, saúde e mercado de trabalho, a Semana da Consciência Negra reforça a luta do movimento negro e da população negra por igualdade de direitos. “O diálogo entre a população negra possibilita a criação de um mecanismo de permanência. A semana nos ajuda a reafirmar a importância que a universidade tem em garantir que esse espaço seja cada vez mais democrático, principalmente, para inclusão dos negros.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Conversas em escolas</strong></h4>
<p>Além de levar o debate para as universidades, a participante da apresentação cultural Vanda Maria Ferreira, especialista em Literatura e Cultura Afro-Brasileira e também contadora de estórias, destaca a importância em abordar os contos e histórias africanas nas escolas. &#8220;<em>As escolas públicas, em sua maioria, possuem cerca de 80 a 90% de alunos negros. Então quando eu utilizo da cultura da negritude, eu dou condições para que essa criança se enxergue, se veja, tenha consciência de que ela é protagonista de uma história, de que os seus ancestrais foram protagonistas da história da construção do Brasil, do povo brasileiro, da política, economia, cultura, literatura. É importante que elas saibam que o negro foi um dos pilares da construção da identidade do Brasil. </em></p>
<p>Vanda também mostra a importância da explicação do professor e que ele mostre a cultura e história dos negros no Brasil. &#8220;<em>Eu acredito que o professor que não faz esse trabalho mutila o aluno, porque o jovem precisa ver que tem valor, que eles possuem uma história de luta, que começa quando os seus antepassados foram capturados, sequestrados em diversos países do continente africano e arrastados como escravos para o Brasil</em>&#8220;, explica Vanda.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-23381" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/10294229_474838655986289_793405273987843627_n-300x225.jpg" alt="" width="872" height="654" /></p>
<p><strong>Apresentação na UFJF</strong></p>
<p>Vanda estará presente na Semana da Consciência Negra da UFJF, no dia 27 de novembro, às 14h, na Galeria do IAD, com a apresentação cultural &#8220;Encontro com rainhas, princesas e guerreiras na E.M. Murilo Mendes&#8221;. A especialista conta que a apresentação terá fotos de princesas, rainhas e guerreiras negras. &#8220;<em>Sabemos que ainda hoje, no continente africano há princesas, rainhas e reis e eu vou contar histórias que são voltadas para princesas rainhas, onde as meninas são protagonistas das histórias, onde as meninas podem se identificar como princesas, rainhas, da forma como elas quiserem</em>&#8220;, explica.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-23380" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/26731688_1143008419169306_6722786987981109703_n-300x114.jpg" alt="" width="863" height="328" /></p>
<h4></h4>
<h4><strong>Grupos e Coletivos</strong></h4>
<p>Também participando e organizando a Semana da Consciência Negra da UFJF, o <a href="https://www.facebook.com/coletivoresistenciaviva/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Coletivo Negro Resistência Viva</strong></a> destaca a importância dos grupos na luta e busca por direitos. &#8220;<em>Desde o século XX, aqui no Brasil, já existem grupos de debates e eles tocam em  pontos sensíveis que muitas vezes a sociedade não se atenta. E é justamente para fazer a inserção do povo negro na sociedade que há muito tempo é segregado. Esses grupos mostram que é atual a questão racial, como da segregação, da</em> hierarquização, da sociedade estruturada&#8221;, explica a integrante do Coletivo, Estela Gonçalves.</p>
<p>Ela ainda conta que é necessário sair do ambiente de faculdades. &#8220;<em>Nossa luta precisa ser visível e acessível a todos, por isso tentamos sair do meio acadêmico e abranger outros setores da população negra, para elas saberem as violências que enfrentam ou não saibam</em>&#8220;, destaca Estela.</p>
<p>Estela ainda conta que a Semana ou Dia da Consciência Negra precisa se estender além da data 20 de novembro. &#8220;<em>A cada semana vemos notícias sobre mortes da juventude negra, assédio em mulheres negras, prisão de homem negro, e muitas vezes por motivos injustificáveis. Os debates são fundamentais, mas eles precisam se expandir em outros períodos do ano. Além disso, precisam entrar onde a população negra é mais atingida, que são nas periferias. Os debates precisam estar presentes no cotidiano do Brasileiro&#8221;, diz Estela.</em></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-23378" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/28279436_1622219514537554_8065408859541716533_n-300x153.jpg" alt="" width="880" height="449" /></p>
<h4></h4>
<h4><b>Temas que merecem destaques </b></h4>
<p>Milena Regina de Paula Silva, integrante do Coletivo Negro Resistência Viva e estudante do curso de Ciências Sociais na UFJF, destaca que os assuntos referentes às mulheres estão sendo mais comentados, porém existe uma defasagem quando o assunto são as mulheres negras. &#8220;<em>As leis existem, como a Maria da Penha e leis contra assédio sexual ou verbal, mas muitas mulheres negras possuem dificuldade em fazer denúncias, e muitas não conhecem os direitos que possuem&#8221;, explica a estudante. </em></p>
<p>Vanda destaca que a violência contra a população negra é discutido, mas merece mais atenção. &#8220;<em>A segurança do país enxerga os jovens negros como ameaças. A mortandade da população negra é maior entre os jovens. Além de violência, a questão de educação também precisa ser notada, pois nós temos 56% de negros no Brasil e a porcentagem deles no ensino superior é mínima</em>&#8220;, destaca Vanda.</p>
<p>Já Milena, não pontua uma questão em si, mas destaca que ainda existe resistência em se discutir sobre direitos. &#8220;<em>No Coletivo, por exemplo, temos dificuldade em levar debates para escolas, e muitas vezes enfrentamos a resistência dos pais, que não concordam em conversar sobre isso. Por isso, acredito que é devido a essa negligência, muitos negros e mulheres negras não conhecem os direitos que possuem</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Confira alguns eventos da Semana da Consciência Negra da UFJF</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>21 de novembro</strong></h4>
<h4><strong>Palestra: O Negro Frente ao Acesso ao Mercado de Trabalho: considerações à luz do Ministério Público do Trabalho</strong></h4>
<p>Palestrante: Dra. Silvana da Silva;</p>
<p>Local: Anfiteatro da Faculdade de Serviço Social;</p>
<p>Horário: 14h</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Mesa: Com Ciência Negra</strong></h4>
<p>Participam: Zélia Ludwig, Giovana Castro, Fernanda Ferreira e Diego Miranda e Adenilde Petrina.</p>
<p>Apresentação Cultural: Coletivo Vozes da Rua.</p>
<p>Local: Auditório da Cantina &#8211; Faculdade de Engenharia.</p>
<p>Horário: 18h</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>22 de novembro</strong></h4>
<p><strong>Roda de Conversa: Autocuidado, ginecologia autônoma e resistência</strong><br />
Participam: Janaína Moraes.</p>
<p>Local: Anfiteatro 2 do ICH.</p>
<p>Horário: 17h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mesa: Diálogo com mulheres negras: atuação política e transformação social</strong></p>
<p>Participam: Jaciana Melquíades, Giovana Castro, Naiara Santos e Silva e Zélia Lúcia Lima</p>
<p>Local: Anfiteatro 2 do ICH;</p>
<p>Horário: 19h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/1e1lYsYtfdreOcV3L6XFpT18rWkuN2ue4/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A programação completa você encontra AQUI</strong></a>.</p>
<p>Mais informações sobre o evento: (32) 2102-6919 – <a href="http://www.ufjf.br/diaaf/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Diretoria de Ações Afirmativas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[vejatambem]</p>
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