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	<title>marcha mundial das mulheres &#8211; Ombrelo</title>
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	<description>Notícias e Entretenimento - Juiz de Fora</description>
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	<title>marcha mundial das mulheres &#8211; Ombrelo</title>
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		<title>Coletivo Maria Maria luta por direitos das mulheres em Juiz de Fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara Turchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[marcha mundial das mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais que direitos! Um ato que deveria ser normal no dia a dia &#160; Elas atuam em Juiz de Fora desde 2006. Elas são mulheres que lutam por mais direitos e igualdade. Elas querem conversar, atuar e mobilizar. Nós queremos! O Coletivo Maria Maria &#8211; Mulheres em Moviemento foi fundado em 2006, em Juiz de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Mais que direitos! Um ato que deveria ser normal no dia a dia</em></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Elas</strong> atuam em Juiz de Fora desde 2006. <strong>Elas</strong> são mulheres que lutam por mais direitos e igualdade. <strong>Elas</strong> querem conversar, atuar e mobilizar. <strong>Nós queremos!</strong></p>
<p>O <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.facebook.com/coletivomariamaria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Coletivo Maria Maria &#8211; Mulheres em Moviemento</strong></a></span> foi fundado em 2006, em Juiz de Fora, por jovens da Universidade Federal de Juiz de Fora que observaram a necessidade de criar um espaço para o diálogo e atuação sobre questões referentes aos direitos das mulheres. O coletivo feminista se tornou, em 2007, um núcleo da Marcha das Mulheres em Juiz de Fora e hoje, conta com a incorporação de novas militantes, que desenvolvem atividades, intervenções, conversas e mobilizações na cidade. Elas buscam direitos e igualdade.</p>
<p>Na página do Facebook, mais de 2.400 curtidas, mulheres e homens, que acreditam que as coisas podem mudar. Os direitos das mulheres, de serem respeitadas, ganharem o salário igual dos homens e não receberem o julgamento da sociedade por diversas razões não deveriam ser direitos e sim deveres!</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-13013" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/35779236_2127366204000354_4599722447153922048_n.png" alt="" width="666" height="253" /></p>
<p>As lutas mais recentes do Coletivo Maria Maria em Juiz de Fora foi o <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://coletivomariamaria.blogspot.com/2018/06/nota-de-repudio-soltura-do-assassino.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assassinato de Marina Gonçalves Cunha</a></span></strong><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">, cujo assassino foi seu próprio marido; </span></span><span style="color: #000000;">e o apoio a <a href="https://www.facebook.com/coletivomariamaria/posts/2158594877544153" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #0000ff;">Eveline Barros</span></strong></a>, que denunciou o ex-namorado por agredi-la durante os três anos de relacionamento. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>#MarinaPresente</strong></h4>
<p>Marina Gonçalves Cunha foi assassinada pelo marido, Pedro, no dia 21 de maio. Após o assassinato, Pedro fingiu, com frieza e calma, durante três dias, ter sido abandonado pela esposa, juntamente aos três filhos do casal, que possuem idades entre 2 a 6 anos. A família de Marina desconfiou do desaparecimento, já que não recebiam notícia dela. Após dias de aflição, o corpo de Marina foi encontrado pela polícia, no dia 31 de maio, em um matagal no bairro Aeroporto, com sinais de violência e tentativa de ocultação de identidade. Pedro confessou o crime, sendo preso dia 7 de junho. Porém, no dia 14 do mesmo mês, o desembargador responsável pelo caso permitiu que Pedro respondesse pelo ato em liberdade, após deferir um pedido de habeas corpus. O desembargador explicou que não estava comprovado que o suspeito apresentava perigo para a sociedade.</p>
<p>O Coletivo Maria Maria, então, juntou suas forças e no dia 22 de junho uniu mulheres, homens, família e amigos de Marina, e em frente ao Banco do Brasil no Calçadão da Rua Halfeld, expressaram a raiva, angústia e o pensamento pela morte precoce de Marina. Não só pela morte de Marina, mas de Carlas, Anas, Luisas, Sandras, Barbaras. Contra a morte de diversas mulheres vítimas de feminicídio no Brasil.</p>
<figure id="attachment_13010" aria-describedby="caption-attachment-13010" style="width: 664px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13010" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/36043371_2135151573221817_5886901240704532480_n-1.jpg" alt="" width="664" height="441" /><figcaption id="caption-attachment-13010" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria</figcaption></figure>
<figure id="attachment_13011" aria-describedby="caption-attachment-13011" style="width: 665px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13011" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/36189273_2135152583221716_5683751632655876096_n.jpg" alt="" width="665" height="441" /><figcaption id="caption-attachment-13011" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria</figcaption></figure>
<h4><strong>Feminicído no Brasil</strong></h4>
<p>O feminicídio, segundo a <strong>Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência contra a Mulher (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.compromissoeatitude.org.br/wp-content/uploads/2013/07/CPMI_RelatorioFinal_julho2013.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relatório Final, CPMI-VCM, 2013</a></span>)</strong>, &#8220;<em>é a última instância de controle da mulher pelo homem: o controle da vida e da morte. Ele se expressa como afirmação irrestrita de posse, igualando a mulher a um objeto, quando cometido por parceiro ou ex-parceiro; como subjugação da intimidade e da sexualidade da mulher, por meio da violência sexual associada ao assassinato; como destruição da identidade da mulher, pela mutilação ou desfiguração de seu corpo; como aviltamento da dignidade da mulher, submetendo-a a tortura ou a tratamento cruel ou degradante</em>&#8220;.</p>
<p>Segundo a <a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/dossies/violencia/violencias/feminicidio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #0000ff;">Agência Patrícia Galvão</span></strong></a> e dados do <a href="http://www.mapadaviolencia.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Mapa da Violência 2015</strong></span></a>, o Brasil está entre os países com o maior índice de homicídios femininos, com uma taxa de 4,8 assassinatos em 100 mil mulheres. O Brasil ocupa a quinta posição em um ranking de 83 países.</p>
<figure id="attachment_13020" aria-describedby="caption-attachment-13020" style="width: 663px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13020" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/05/Sem-título.png" alt="" width="663" height="307" /><figcaption id="caption-attachment-13020" class="wp-caption-text">Pesquisa de Percepção da sociedade sobre violência e assassinatos de mulheres (Data Popular/<a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/dossies/violencia/o-papel-da-imprensa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Instituto Patrícia Galvão</strong></span></a>, 2013)</figcaption></figure>
<h4><strong>#NãoSeCale &#8211; Eveline Barros</strong></h4>
<p>A final do Concurso de Mister e Miss Juiz de Fora foi realizado na cidade no dia 30 de Maio de 2018. O eleito Mister Juiz de Fora desse ano foi Felipe Guzzo e até o dia 4 de julho a coroa estava com ele. Hoje, Eveline Barros luta pela verdade e pela difusão de informações sobre agressão contra as mulheres.</p>
<p>Na tarde do último dia 4, Eveline publicou em seu Facebook que seu ex-namorado a agrediu durante os três anos de relacionamento. O ex-namorado é Felipe Guzzo, ganhador da coroa de Mister Juiz de Fora. Na publicação, Eveline detalha o que passou com o ex-namorado: agressões recorrentes que aconteceram durante a duração do relacionamento. Ela se questiona sobre o motivo de ter ficado em um relacionamento <span class="text_exposed_show">abusivo, física e emocionalmente. A resposta não vem de imediato e ela mesmo afirma que &#8220;<em>acredita que só quem passa ou já passou por isso saberia responder</em>&#8220;. Pena, impotência e vergonha são palavras que a jovem usou para tentar explicar os motivos que a impediram de tomar alguma atitude antes. Eveline finaliza a postagem aconselhando as mulheres que passam ou já passaram por essa situação: <strong>Não se cale! Denuncie! </strong></span></p>
<p>O Coletivo Mara Maria  &#8211; Mulheres em Movimento divulgou a informação na página do Facebook e, segundo as integrantes, em questão de minutos já tinha viralizado. Algumas horas depois veio a decisão dos organizadores do concurso de &#8220;depor&#8221; Felipe do título de Mister Juiz de Fora 2018. O Coletivo está em contato com a vítima e auxiliando no que ela precisar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Violência contra a mulher no Brasil</strong></h4>
<p>Segundo dados do <a href="https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/a-frequencia-da-violencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Balanço 2015 da Central de Atendimento à Mulher &#8211; Ligue 180</strong></span></a>, aponta que, dentre as denúncias de violências recebidas em 2015, em 3/4 dos casos, a violência é cometida diária ou semanalmente e que, dentre as mulheres atendidas em razão da violência, 3 em cada 10 sofriam violência por um período superior da 5 anos.</p>
<div id="content-core">
<div id="parent-fieldname-text" class="">
<p>Com dados mais atualizados da <a href="http://www.forumseguranca.org.br/publicacoes/11o-anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>11ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública</strong></span></a>, temos números chocantes de violência contra a mulher:</p>
</div>
</div>
<p><span style="color: #000000;"><strong>1 estupro a cada 11 minutos;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>1 mulher assassinada a cada 2 horas; </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>503 mulheres vítimas de agressão a cada hora;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>5 espancamentos a cada 2 minutos. </strong></span></p>
<figure id="attachment_13043" aria-describedby="caption-attachment-13043" style="width: 665px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13043" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/cronometro-da-violencia-contra-as-mulheres-1.jpg" alt="" width="665" height="864" /><figcaption id="caption-attachment-13043" class="wp-caption-text">Foto: Instituto Patrícia Galvão</figcaption></figure>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Lembrando que esses números são de mulheres que denunciaram. O número de casos, vítimas e crimes é muito maior que isso. Em caso de violência contra a mulher: DISQUE 180 &#8211; Central de Atendimento à Mulher.</strong></span></p>
<h3><a href="https://www.facebook.com/coletivomariamaria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Coletivo Maria Maria</strong></a> e <a href="https://www.facebook.com/marchamundialdasmulheresbrasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #000000;"><strong>Marcha Mundial das Mulheres</strong></span></a></h3>
<p>A Marcha Mundial das Mulheres surgiu em 2000, com uma grande mobilização que reuniu mulheres do mundo todo em uma campanha contra a pobreza e a violência. As ações começaram em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e terminaram em 17 de outubro, organizadas a partir do chamado “<strong>2000 razões para marchar contra a pobreza e a violência sexista</strong>”.</p>
<figure id="attachment_13092" aria-describedby="caption-attachment-13092" style="width: 646px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13092" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/mmm3.jpg" alt="" width="646" height="377" /><figcaption id="caption-attachment-13092" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Marcha Mundial das Mulheres.</figcaption></figure>
<p>O Coletivo Maria Maria &#8211; Mulheres em Movimento foi inspirado no trabalho da Marcha Mundial das Mulheres. O objetivo era tratar as discussões a respeito dos direitos das mulheres e todos os assuntos referentes à causa feminista. Inicialmente, os trabalhos do grupo eram ligados ao movimento estudantil e eram realizados grupos de estudos e atividades abertas dentro da UFJF. Em 2007, o Coletivo se integrou à Marcha Mundial das Mulheres, se tornando o núcleo da Marcha na cidade e promovendo, também, ações fora da Universidade.</p>
<figure id="attachment_13056" aria-describedby="caption-attachment-13056" style="width: 665px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13056" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/WhatsApp-Image-2018-06-20-at-11.11.29.jpeg" alt="" width="665" height="410" /><figcaption id="caption-attachment-13056" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria</figcaption></figure>
<p>Hoje, o Coletivo conta com cerca de 30 mulheres, as companheiras mais ativas no grupo. O número não é fixo, sempre tem novas integrantes chegando. Os homens não participam, eles podem ser companheiros e se solidarizarem, pois o ponto fundamental do grupo é a construção e auto-organização feminina.</p>
<figure id="attachment_13055" aria-describedby="caption-attachment-13055" style="width: 664px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13055" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/36420335_1781377295258112_4542606997094137856_n.jpg" alt="" width="664" height="498" /><figcaption id="caption-attachment-13055" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria</figcaption></figure>
<p>Conversamos com o <strong>Coletivo Maria Maria</strong> para sabermos mais detalhes sobre o Grupo. Um deles é o campo de atuação do Coletivo, que se separa em: bem comum e serviços públicos; paz e desmilitarização; autonomia e economia; e violência contra as mulheres. Como explica as integrantes, cada um desses eixos se desdobra em reivindicações que apontam para a construção de outra realidade para a vida das mulheres. &#8220;<em>Nosso movimento tem uma perspectiva anti-sistêmica, anti-capitalista, antissexista e anti-racista. Sob esse viés, atuamos, sobretudo, a partir das seguintes pautas: mercantilização dos corpos, sexualidade, aborto, violência e autonomia econômica</em>&#8220;, explicam as integrantes.</p>
<figure id="attachment_13060" aria-describedby="caption-attachment-13060" style="width: 668px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13060" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/BATUCADA.jpg" alt="" width="668" height="374" /><figcaption id="caption-attachment-13060" class="wp-caption-text">Evento Batucada: busca democratizar a fala nas ruas e é um instrumento político de luta que expressa a ação feminista.</figcaption></figure>
<h4><strong>Eventos e reuniões</strong></h4>
<p>O Coletivo Maria Maria realiza diversas atividades, como oficinas, encontro de formação, intervenções e mobilizações em espaços públicos (essas são sempre divulgadas na <strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.facebook.com/coletivomariamaria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">página do Facebook</a></span></strong>). As integrantes também fazem acompanhamento de mulheres junto ao serviço público especializado de mulheres e vítimas de violência e possuem um projeto que debate o feminismo nas escolas. &#8220;<em>Nossas <strong>reuniões organizativas</strong> ocorrem toda segunda quinta-feira feira do mês. Uma vez por mês também temos um <strong>grupo de estudos</strong> que debatemos artigos, livros referentes ao feminismo, e uma atividade mais descontraída (<strong>Café das Minas ou o Buteco das Minas</strong>). Buscamos, com essas duas últimas atividades, apresentar o nosso coletivo e propiciar um espaço onde nós mulheres possamos compartilhar nossas experiências</em>&#8220;, completam as integrantes do Coletivo.</p>
<figure id="attachment_13064" aria-describedby="caption-attachment-13064" style="width: 666px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13064" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/03/cafe.jpg" alt="" width="666" height="500" /><figcaption id="caption-attachment-13064" class="wp-caption-text">Evento: Café das Minas (Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria).</figcaption></figure>
<h4><strong>Medalha Rosa Cabinda &#8211; a criação</strong></h4>
<p>No dia 7 de março de 2018, véspera do Dia Internacional da Mulher, foi entregue na <strong>Câmara de Juiz de Fora</strong> a <strong>Medalha Rosa Cabinda</strong>. Ela homenageava mulheres da cidade que possuíam diversos motivos para serem reconhecidas. As integrantes do Coletivo contam que a ideia da Medalha surgiu nas reuniões do Oito de Março, onde outros coletivos também participam. Elas ficaram sabendo de uma história que estava circulando no Facebook.</p>
<p>&#8220;<em>Uma neta estava indignada que o avô receberia a <strong>Comenda Henrique Halfeld</strong> pela fama de sua padaria. No entanto, segundo a neta, por mais que o avô tivesse sempre ao lado de Dona Deolinda, foi ela, sua avó, a responsável pelo sucesso da padaria. Deolinda, com seus quitutes vindos de Portugal, era a essência do estabelecimento</em>&#8220;, explicam as integrantes. A ideia foi levada para a reunião dos coletivos e aprovada por unanimidade. &#8220;<em>O objetivo era homenagear apenas mulheres, tendo em vista que a Comenda Henrique Halfeld é oferecida, em sua maioria, aos homens da cidade, deixando de lado diversas mulheres que contribuíram e contribuem muito para a construção da Juiz de Fora que temos hoje</em>&#8220;, completa o Coletivo.</p>
<p>O nome <strong>Rosa Cabinda</strong> surgiu numa dessas reuniões, em que uma de nós explicou que <strong>Rosa</strong> foi uma escrava de Henrique Halfeld que lutou toda a vida pela sua libertação. &#8220;<em>A cerimônia, realizada na Câmara Municipal, foi maravilhosa! Homenageamos 25 mulheres de diversas áreas e idades! Um dia para ficar guardado na memória</em>&#8220;, dizem as integrantes emocionadas.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-13097" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/medalha.jpg" alt="" width="666" height="629" /></p>
<figure id="attachment_13074" aria-describedby="caption-attachment-13074" style="width: 536px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13074" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/29025930_2038133079738298_5735675685487468435_n.jpg" alt="" width="536" height="952" /><figcaption id="caption-attachment-13074" class="wp-caption-text">Senhora Deolinda, inspiração para a Criação da Medalha, com sua medalha. (Foto: <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://www.facebook.com/PadariaLinda/photos/a.1630237767194500.1073741829.1488079934743618/2038133079738298/?type=3&amp;theater" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Padaria Linda</a></strong></span> / Reprodução).</figcaption></figure>
<h4><strong>Sobre denunciar a violência contra a mulher</strong></h4>
<p>As integrantes do Coletivo contam que sempre recebem mensagens e pedido de ajuda de mulheres em situação de violência. Elas contam que no primeiro momento, conversam com as vítimas para entenderem e ajudar. É importante destacar que o Coletivo não é um serviço especializado, e sim um movimento social. &#8220;<em>Lutamos pelo fim da violência contra mulheres, por autonomia, por um novo sistema que mude a vida delas</em>&#8220;, explica as integrantes.</p>
<p>&#8220;<em>A partir da conversa, encaminhamos a mulher para o serviço público que melhor vai atendê-la, como, por exemplo, a Casa da Mulher, a Defensoria Pública ou o Centro de Referência em Direitos Humanos</em>&#8220;, completa o Coletivo. Elas também acompanham as vítimas quando necessário. &#8220;<em>Denunciar é difícil e muitas vezes as mulheres não têm força para fazer. O nosso papel é conversar e fortalecer essas mulheres, para que juntas consigamos conquistar um mundo melhor</em>&#8220;, reforçam as integrantes.</p>
<figure id="attachment_13083" aria-describedby="caption-attachment-13083" style="width: 665px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13083" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/WhatsApp-Image-2018-06-20-at-11.11.32.jpeg" alt="" width="665" height="443" /><figcaption id="caption-attachment-13083" class="wp-caption-text">Integrantes do Coletivo (Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria)</figcaption></figure>
<h4><strong>Medo, vergonha e insegurança</strong></h4>
<p>Nossa sociedade julga, sim. Por medo, por vergonha, por insegurança e por diversos outros motivos, as mulheres que sofrem algum tipo de violência não denunciam o agressor. Ele pode ser seu esposo, o pai dos seus filhos, um namorado antigo. Pode ser da sua família. Esses motivos desencorajam a mulher que foi vítima de alguma violência. Somado a isso, vem a sociedade e julga a vítima. Falam que ela provocou, que estava na rua na hora errada, que não devia ter dado confiança para o fulano.</p>
<p>&#8220;<em>Achamos que a polícia e os hospitais precisam estar preparados para receber mulheres vítimas de violência; acreditamos que o descaso com elas, nesse caso, está relacionado ao machismo, que coloca a mulher como causadora da violência que sofre e que busca amenizar as agressões praticadas pelo homem.Tratam como problema comum entre casais. Assim, tentam justificar, muitas vezes, o mal atendimento por policiais. Enquanto isso a mulher vive aquela dor e não sabe nem o que fazer&#8221;, </em>explica o Coletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>&#8220;Ter forças para denunciar já é difícil, imagine conseguir fazer isso e ao chegar na delegacia ser julgada e desacreditada por quem deveria te ajudar? Se, ainda sim, a mulher conseguir dar prosseguimento à denúncia, logo aparecem familiares para desanimá-las. São muitos obstáculos para as vítimas conseguirem justiça&#8221;, </strong></em><strong>completam. </strong></p>
<figure id="attachment_13086" aria-describedby="caption-attachment-13086" style="width: 871px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13086" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/IMG_2904.jpg" alt="" width="871" height="491" /><figcaption id="caption-attachment-13086" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria</figcaption></figure>
<p>Caso você queria conhecer mais sobre a causa, o Coletivo Maria Maria separou algumas dicas de filmes, autoras e diversas outras formas do público entender o ideal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Mulheres inspiradoras: </strong></h4>
<p>Dandara;</p>
<p>Frida Kahlo;</p>
<p>Angela Davis;</p>
<p>Rosa Luxemburgo;</p>
<p>Simone de Beauvoir;</p>
<p>Audre Lorde;</p>
<p>Maria da Penha;</p>
<p>Elza soares;</p>
<p>Mães de Maio na Argentina;</p>
<p>Marielle Franco;</p>
<p>Conceição Evaristo;</p>
<p>Carolina Maria de Jesus;</p>
<p>Marsha Johnson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Filmes:</strong></h4>
<p>O aborto dos Outros;</p>
<p>Somos Todas Clandestinas;</p>
<p>Formigueiro;</p>
<p>Todos os filmes de Agnès Varda;</p>
<p>Persépolis;</p>
<p>A força da mulher Quilombola;</p>
<p>She’s beautiful when she’s angry;</p>
<p>The punk singer;</p>
<p>As Sufragistas;</p>
<p>Que horas ela volta?;</p>
<p>Libertem Angela;</p>
<p>A cor Púrpura;</p>
<p>Desejo Proibido;</p>
<p>Terra Fria;</p>
<p>Histórias Cruzadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong><b>Autoras:</b></strong></h4>
<p>Monique WIttig;</p>
<p>Joan Scott;</p>
<p>Virginia Woolf;</p>
<p>Judith Buttler;</p>
<p>Simone de Beauvoir;</p>
<p>Sueli Carneiro;</p>
<p>Lélia González;</p>
<p>Beatriz Nascimento;</p>
<p>Ângela Davis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong><b>Atrizes, cantoras, políticas, personalidades:</b></strong></h4>
<p>Elza Soares;</p>
<p>Elisa Lucinda;</p>
<p>Pitty;</p>
<p>Karol Conka;</p>
<p>Karina Buhr;</p>
<p>Djamila Ribeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong><b>Sites:</b></strong></h4>
<p><a href="http://www.marchamundialdasmulheres.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #0000ff;">Marcha Mundial das Mulheres</span></strong></a></p>
<p><a href="http://www.sof.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Sempreviva Organização Feminina</strong></span></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://coletivomariamaria.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Coletivo Maria Maria </a></span></strong><span style="color: #000000;">(com novo site em breve)</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Próximo evento do Coletivo Maria Maria:</strong></p>
<p>Reunião na próxima quinta-feira, dia 12, às 18h30 no Sindicato dos Metalúrgicos (Rua Floriano, 72- Centro). Aberta a todas que se interessarem pelas lutas do coletivo.</p>
<p>Mais informações na <a href="https://www.facebook.com/coletivomariamaria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>página do Coletivo.</strong></span></a></p>
<figure id="attachment_13088" aria-describedby="caption-attachment-13088" style="width: 665px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-13088" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/07/WhatsApp-Image-2018-06-20-at-11.11.33.jpeg" alt="" width="665" height="443" /><figcaption id="caption-attachment-13088" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Coletivo Maria Maria</figcaption></figure>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>Em caso de violência contra mulher: DISQUE 180 &#8211; Central de Atendimento à Mulher.</strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong><span style="color: #0000ff;">Leia mais</span></strong></h4>
<h4><strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.ombrelo.com.br/musica/juiz-de-fora-celebra-centenario-do-sambista-geraldo-pereira/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Juiz de Fora celebra centenário do sambista Geraldo Pereira</a></span></strong></h4>
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