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	<title>vinícius cristóvão &#8211; Ombrelo</title>
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	<description>Notícias e Entretenimento - Juiz de Fora</description>
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		<title>Confira entrevista com o ator Vinícius Cristóvão, que estará em filme com Juliana Paes e Danton Mello</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ombrelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinícius Cristóvão Ribeiro de Carvalho nasceu na histórica São João del Rei. Hoje, mora em Juiz de Fora e divide sua vida profissional entre nossa cidade e o Rio de Janeiro. Ele faz parte do elenco do filme Arigó, do diretor Gustavo Fernandes. O elenco conta com nomes consagrados, como os de Danton Mello, Juliana [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vinícius Cristóvão Ribeiro de Carvalho nasceu na histórica São João del Rei. Hoje, mora em Juiz de Fora e divide sua vida profissional entre nossa cidade e o Rio de Janeiro.</p>
<p>Ele faz parte do elenco do filme Arigó, do diretor Gustavo Fernandes. O elenco conta com nomes consagrados, como os de Danton Mello, Juliana Paes, Cássio Gabus Mendes e Marcos Caruso. Vinícius Cristóvão também está no ar na segunda temporada da minissérie Natália, que passa na HBO às sextas-feiras, às 18h, e na TV Brasil às quartas, às 21h15.</p>
<p>Com 38 anos &#8211; 28 de teatro &#8211; sempre gostou das câmeras: por trás, como jornalista e produtor, e à frente, como ator. Chegou a morar no Rio por algum tempo e, por lá, pode ter a vivência do teatro profissional, voltado para o mercado, e aprender a aliá-lo ao prazer. Atualmente, além de atuar e produzir, Vinícius faz parte de uma companhia em Juiz de Fora, é membro d&#8217;Oandardebaixo, oferece oficinas da técnica do ator russo Mikhail Chekhov no Brasil e pretende cursar Mestrado.</p>
<p>Confira a nossa entrevista exclusiva com ele:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como foi seu início como ator?</strong></h4>
<p>Tudo começou aos 10 anos de idade, quando fazia aula de violão no Conservatório de São João del Rei e precisava escolher uma segunda opção para cursar: artes plásticas ou artes cênicas. Optei pela segunda. Assim, descobri-me ator. Desde então, não teve como. A gente quando nasce ator e se conecta com o Teatro encontra uma possibilidade de vida.</p>
<p>Meu primeiro papel foi o de Soldadinho de Chumbo em Os Brinquedos de Favo de Mel. Mais tarde, ainda aos 15, comecei a participar de um grupo adulto de pesquisa em artes cênicas vinculado à Universidade Federal de São João del Rei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Qual é a sua relação com Juiz de Fora?</strong></h4>
<p>Um pouco depois, vim morar em Juiz de Fora. Por aqui cursei Comunicação Social e me formei jornalista. Ao mesmo tempo, participava de companhias de teatro na cidade, que considero meu berço de maturidade pessoal e profissional. A partir do jornalismo e sendo ator, veio o Vinícius Cristóvão produtor. Comecei a produzir as próprias peças com a CIA 3MEIA9, seis vezes premiada no 1º Festival Nacional de Teatro em Juiz de Fora. A partir daí, minha carreira começou a se consolidar. Atuava, dirigia e também apresentava na extinta TV Visão.</p>
<p>Hoje estou mais direcionado para o trabalho como ator, no teatro, no audiovisual e também no teatro de pesquisa. Faço parte de uma companhia de teatro em Juiz de Fora, a Corpo Coletivo. E sou um dos quatro artistas membros do espaço de criação Oandardebaixo.</p>
<h4 style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; color: #333333;"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-8291" style="font-size: 14px;" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/04/30785148_10156357584427628_70151013_n.jpg" alt="" width="960" height="960" /></h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Você está no elenco do filme Arigó, que conta a história do médium José Pedro de Freitas, o Zé Arigó. Conte-nos sobre a sua participação no filme e sobre como você conseguiu o papel.</strong></h4>
<p>Várias produções estão fazendo montagens e projetos de pesquisa em Minas Gerais, recentemente. Cataguases, terra de Humberto Mauro e berço do cinema nacional, está se tornando polo audiovisual, pois oferece incentivo às produções. Várias delas, para baratear custos, estão indo para Cataguases e também para outras cidades do nosso estado. A contrapartida é a contratação de atores locais. E foi aí que apareceu Arigó para mim. Abriu-se um teste em Juiz de Fora para artistas locais. Eu fiz e passei. José Arigó foi um médium brasileiro que fazia operações espirituais quando recebia o espírito do Doutor Fritz. Mas ele tinha problemas de coração. Meu personagem no filme é o do médico que cuidava de Zé Arigó.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Uma parte das gravações está sendo feita em Rio Novo. Como se sente estando tão perto de “casa”?</strong></h4>
<p>Foi muito legal gravar perto de Juiz de Fora. Viajei por apenas uma hora e já estava em um set profissional&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O elenco de Arigó conta com atores globais famosos, como Juliana Paes, Danton Mello, Alexandre Borges e Marcos Caruso. Como tem sido trabalhar com eles?</strong></h4>
<p>Trabalhar no Arigó me deu, mais uma vez, a consolidação de um trabalho profissional. É uma equipe muito capaz. O diretor se chama Gustavo Fernandes. Ele é muito bacana e objetivo no que quer. Cinema é a arte do milímetro: tudo é marcado, tudo é matemático. Ele conseguiu o trabalho de dirigir o set e, ao mesmo tempo, ter a verdade nos olhos dos atores. Contracenar com Danton e Cássio Gabus Mendes&#8230; Confesso que fiquei muito feliz e emocionado! São pessoas que admiro muito. Estar ali trocando, contracenando, trazendo uma verdade em cena com eles para mim foi muito bacana. Eu gosto muito, muito; tenho muita paixão por isso. Sou um ator do teatro, mas tenho muita simpatia pelo anteparo da câmera.</p>
<figure id="attachment_8251" aria-describedby="caption-attachment-8251" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-8251 size-full" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/04/ombrelo-entretenimento-juiz-de-fora-vinícius-cristóvão-e1524234182694.jpg" alt="ombrelo entretenimento juiz de fora vinícius cristóvão" width="800" height="600" /><figcaption id="caption-attachment-8251" class="wp-caption-text">Vinícius ao lado de Danton Mello nas gravações de Arigó, em Rio Novo.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Para o juiz-forano que quer trabalhar com artes cênicas, como você: qual você acha que é o melhor caminho a seguir? Que iniciativas temos aqui na cidade que incentivam a formação de novos atores, atrizes, diretores, cinegrafistas&#8230;?</strong></h4>
<p>A primeira coisa é saber que tipo de teatro ele gostaria de fazer. Entender, para ele, no seu corpo, na sua intuição, o tipo de trabalho artístico que ele quer desenvolver. Se é mais voltado para o palco italiano, teatro mais tradicional que remonta clássicos mais fielmente, ou, como no meu caso, com um processo de formação através do corpo, que trabalha mais intimidade com o público, mais próximo. Como n&#8217;Oandardebaixo, que, naturalmente, faz com que as peças se tornem íntimas. O público está ali do lado, sentindo a respiração. Quem também gostar desse tipo de teatro pode conhecer as nossas oficinas do Corpo Coletivo. Mas existem outras pessoas que lidam com técnicas diferentes em Juiz de Fora.</p>
<p>Por exemplo, a Laura Delgado, do Granbery, que é maravilhosa, uma maestrina na contação de histórias, está dentro de uma instituição; nós d&#8217;Oandardebaixo e do Corpo Coletivo, que oferecemos oficinas de montagem teatral, de presença em público, de tecnologia; a Letícia Nabuco trabalha a dança, no Diversão e Arte; o pessoal do Remiwl, que é da dança também. As formações que estão se estabelecendo na cidade são muito boas.</p>
<p>Minha sugestão é não perder tempo. Tentar ser o mais honesto possível com o que quer e buscar a pesquisa a partir disso. É seguir pessoas que você admira. Você pode pincelar a partir da vivência desses artistas. A minha formação foi assim.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-8292" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/04/Vini9.jpg" alt="" width="600" height="906" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>E o incentivo da cidade à arte?</strong></h4>
<p>Uma coisa muito boa em Juiz de Fora é Lei Murilo Mendes, da Prefeitura através da Funalfa. Tenho muita gratidão a ela. Já tive 6 trabalhos incentivados, entre espetáculos, pesquisa e oficinas. É um aporte pequeno, que serve para dar o <em>start</em> para os processos. Nós enquanto comunidade artística temos que batalhar sempre por ela e para que o incentivo por meio do aporte financeiro aumente.</p>
<p>Juiz de Fora é um berço de criação e profissionalização muito rico. A rede humana e artística é muito forte. E isso está sendo potencializado agora, porque estamos nos organizando enquanto artistas, para lutar pela nossa arte. Na situação em que estamos, de retração, de avanço da extrema-direita, a arte realmente vem para poder dar uma outra perspectiva de vida, para dar caminhos novos, não tão condicionados. É difícil continuar, bater pé. Mas estamos nessa resistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como você enxerga o cenário cultural do Brasil hoje em dia? Os artistas são valorizados? Têm o incentivo necessário?</strong></h4>
<p>Não temos o incentivo necessário. Não somos tão valorizados como poderíamos. Isso é fato, falo enquanto artista. Ainda existe um pensamento por parte das pessoas de que o artista não trabalha. A arte é sempre tratada como hobby, como alternativa. Muitos, infelizmente, ainda precisam tentar conseguir dinheiro de outras formas. Eu vivo hoje da minha arte também, mas tenho outros caminhos criativos na vida para conseguir dinheiro. Realmente não dá para viver só disso. Mas hoje, graças a Deus, por incrível que pareça, eu ganho mais dinheiro sendo ator do que com as outras frentes que tenho.</p>
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