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	<title>personagem &#8211; Ombrelo</title>
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	<description>Notícias e Entretenimento - Juiz de Fora</description>
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	<title>personagem &#8211; Ombrelo</title>
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		<title>Conheça a juiz-forana que criou um coral com repertório baseado no rock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara Turchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[coral]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje é dia de rock e de história, bebê Muitas pessoas que possuem a música como companhia de vida, começam com essa paixão desde pequenas. Esse é o caso de Daniele Espíndola, musicista e juiz-forana que trabalhou na Sérvia dando aulas de piano para a embaixadora do Brasil no país, já rodou a Europa em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Hoje é dia de rock e de história, bebê</em></h3>
<figure id="attachment_20957" aria-describedby="caption-attachment-20957" style="width: 858px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20957" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/WhatsApp-Image-2018-10-11-at-20.08.05-300x199.jpeg" alt="" width="858" height="569" /><figcaption id="caption-attachment-20957" class="wp-caption-text">Coral &#8220;Let&#8217;s Rock!&#8221; &#8211; Foto: Vinícius Gonçalves</figcaption></figure>
<p>Muitas pessoas que possuem a música como companhia de vida, começam com essa paixão desde pequenas. Esse é o caso de Daniele Espíndola, musicista e juiz-forana que trabalhou na Sérvia dando aulas de piano para a embaixadora do Brasil no país, já rodou a Europa em cursos e concertos e atualmente é diretora do<strong><a href="https://www.facebook.com/Coral-Lets-Rock-Juiz-de-Fora-344244416049635/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><em> Coral Let&#8217;s Rock</em></span></a>, </strong>que possui um repertório regado por músicas de rock.</p>
<p>A história de Daniele com a música começou quando ela ainda era criança. Sua avó tocava piano, mas com a idade avançada, ela não se recordava muito bem da atividade. Para exercitar, a avó de Daniele ganhou um pequeno teclado. A neta também começou a praticar algumas músicas naquele objeto, sempre tocando canções que conhecia. Com cinco anos de idade e sem ninguém para ensinar, a menina já tocava suas músicas preferidas no piano, apenas escutando-as. Com o apoio do pai, ela ganhou teclados maiores para desenvolver a habilidade e continuou tocando músicas apenas por escutá-las. O primeiro contato de Daniele com a teoria musical foi apenas com 13 anos de idade.</p>
<figure id="attachment_20961" aria-describedby="caption-attachment-20961" style="width: 865px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20961" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/CORTADA-300x220.jpg" alt="" width="865" height="634" /><figcaption id="caption-attachment-20961" class="wp-caption-text">Daniele Espíndola &#8211; Foto: Vinícius Gonçalves.</figcaption></figure>
<h4><strong>A trajetória de estudo </strong></h4>
<p>Daniele afirma: &#8220;<em>Ser musicista é estar sempre aprendendo e estamos sempre em evolução</em>&#8220;. A trajetória de Daniele começou cedo, com apenas 5 anos e tocando sozinha. Com 13 anos ela começou a fazer aula de piano e aprendeu a tocar violino. &#8220;<em>Eu desenvolvi esses conhecimentos muito rápido, tanto de piano quanto de violino. Fui chamada para fazer parte da Orquestra Jovem do Pró Musica. Comecei a dar aulas de piano e violino com 18 anos</em>&#8220;, conta Daniele.</p>
<p>Por não ter, na época, faculdade de música em Juiz de Fora, Daniele prestou vestibular para Psicologia, mas acabou abandonando o curso, pois decidiu seguir a música como carreira. Ela fez o vestibular para estudar bacharelado em piano, na UFMG e foi aprovada. Durante 5 anos em que morou na capital mineira, a moça continuou dando aulas e aprendendo. &#8220;<em>Tive contato com um professor paulista em Juiz de Fora, o </em><span style="color: #000000;"><em><a style="color: #000000;" href="http://www.slmagazine.com.br/morre-o-pianista-e-professor-antonio-bezzan/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Antônio Bezzan</a>, e comecei a fazer aulas regulares em São Paulo. Enquanto estive em Juiz de Fora, tive aulas com o professor André Pires. Após isso, fui para o Rio de Janeiro fazer mestrado em Música na UFRJ, trabalhando a performance musical em Piano. Nesse período também lecionei em escolas&#8221;, explica Daniele. </em></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-20962" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/cortadasaa-300x297.jpg" alt="" width="881" height="872" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Experiência internacional </strong></h4>
<p>Daniele contou que uma experiência internacional para quem trabalha com música é quase necessária. Durante a carreira, a musicista viajava até a Europa para participar de concertos e de cursos com professores renomados. &#8220;N<em>a Europa existem muitos festivais de verão e esses eventos são academias musicais nas férias. São convidados professores do mundo inteiro para ministrarem aulas para os estudantes. Durante a temporada vamos cursando as aulas e tendo contato com diversas culturas. No final do curso, o grupo faz uma apresentação para concluir&#8221;, </em>diz Daniele.</p>
<p>A musicista conta que já tocou em um concerto em Roma, num teatro de mil anos, fez aulas no interior da Itália, em Amsterdã. &#8220;<em>Além disso, fui a única latino-americana a participar de dois cursos de música, um em Viena, na Áustria e um na República Checa, numa cidade chama Pilsen (sim, foi a cidade onde a cerveja pilsen foi inventada) e na Itália, fiz um curso com um professor que lecionava na Universidade de Cleveland, nos EUA. Para encerrar o curso, tocamos no Museu Arqueológico de Nápoles e até encontrei com brasileiros por lá&#8221;. </em>conta Daniele.</p>
<figure id="attachment_20964" aria-describedby="caption-attachment-20964" style="width: 888px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20964" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/coral-igreja-300x177.jpg" alt="" width="888" height="524" /><figcaption id="caption-attachment-20964" class="wp-caption-text">Foto: Brenda Marques</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Residência na Sérvia</strong></h4>
<p>Depois de ter adquirido uma experiência internacional, Daniele foi atrás de mais uma, porém sem interesse direto na musica. A cidade escolhida foi Belgrado, na Sérvia. Isso porque a musicista estava em um relacionamento com um sérvio e esse foi o destino escolhido. Durante o período residindo em terras sérvias, Daniele conta que a experiência foi fantástica. &#8220;<em>Sou apaixonada por aquele país e Belgrado é uma cidade que guardo excelentes recordações. As pessoas são receptivas e gostam de brasileiros. Lá eu tive contato com pessoas do mundo todo e foi enriquecedor&#8221;, </em>conta a musicista.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-20966" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/WhatsApp-Image-2018-10-11-at-20.05.28-300x300.jpeg" alt="" width="861" height="861" /></p>
<p><strong>Os trabalhos em Belgrado</strong></p>
<p>Daniele trabalhou no coral <em>Brazilian Choir</em> e acabou desenvolvendo um intercâmbio cultural entre Brasil e Sérvia. O coral era composto por sérvios e cantavam músicas brasileiras. O grupo contou com o apoio do Espaço Cultural da Embaixada do Brasil em Belgrado.</p>
<p>Daniele ensinava a pronúncia correta e traduzia as músicas para o inglês, pois ainda não tinha maiores intimidades com a língua sérvia. &#8220;<em>Ensinei entonações, o que cada música significava, falava sobre os compositores, contextos e regiões das canções. Cantávamos de tudo: MPB, samba, bossa nova e músicas de compositores clássicos brasileiros, como Padre José Maurício (foi professor de música, maestro, multi-instrumentista e compositor</em>)&#8221;, explica Daniele.</p>
<p>Além do coral, Daniele ainda ministrava aulas particulares para pessoas de diversas regiões. &#8220;<em>Tinha uma aluna que era filha de grega com mexicano, tinha alunos sérvios, franceses e belgas e as idades também eram variadas. Também dei aulas particulares de piano para a embaixadora do Brasil na Sérvia. Com certeza essas experiências foram enriquecedoras</em>&#8220;, conta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_20998" aria-describedby="caption-attachment-20998" style="width: 877px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20998" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/13327357_10153542945441128_4936495859406744395_n-300x172.jpg" alt="" width="877" height="503" /><figcaption id="caption-attachment-20998" class="wp-caption-text">Pianistas Daniele Espíndola, Alessandra Feris e Diego Caetano com a Embaixadora do Brasil na Sérvia, Isabel Cristina de Azevedo Heyvaert.</figcaption></figure>
<h4><strong>Benefícios de estar em terras sérvias</strong></h4>
<p>Daniele já destacou a importância de uma experiência internacional de quem trabalha com música, especialmente piano e aspectos da música clássica. Ela conta que escolher a Sérvia foi uma ótima escolha, já que o país é musical, com uma tradição muito forte e a população é extremamente musical.</p>
<p>A musicista conta que enquanto estava morando lá, ela aproveitou as oportunidades. &#8220;O ensino em música é excelente. Havia muitos concertos e óperas e tudo isso era muito barato e acessível, alguns até gratuitos&#8221;, explica Daniele.</p>
<figure id="attachment_20968" aria-describedby="caption-attachment-20968" style="width: 887px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20968" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/coral-300x186.jpg" alt="" width="887" height="550" /><figcaption id="caption-attachment-20968" class="wp-caption-text">Foto: Vinícius Gonçalves</figcaption></figure>
<h4><strong>O retorno ao Brasil</strong></h4>
<p>Ainda na Sérvia, Daniele começou a planejar seus passos no Brasil. Com metas traçadas e o pensamento de readaptar a vida, a musicista chegou a conclusão que queria trabalhar com os aspectos que gostava muito. &#8220;<em>Quis unir algumas coisas como trabalhar com coral, tocar piano (pois no coral eu tocava o piano para fazer a base musical) e também queria cantar. Além disso, eu amo rock, apesar de ser uma cria da música erudita e clássica, eu gosto demais de outros estilos musicais. O que eu mais aprecio é o rock. Então parei para pensar: nunca ouvi falar de um coral que fosse dedicado ao rock, pelo menos no Brasil&#8221;, explica Daniele.</em></p>
<p>Após três anos morando em Belgrado, na Sérvia, Daniele retornou ao Brasil e o Coral Let&#8217;s Rock nasceu.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-20970" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/WhatsApp-Image-2018-10-11-at-20.06.34-300x225.jpeg" alt="" width="855" height="641" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Coral Let&#8217;s Rock</strong></h4>
<p>O Coral Let&#8217;s Rock já passou por aqui e nos apaixonamos pela história (<a href="https://www.ombrelo.com.br/musica/coral-juiz-forano-lets-rock/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>LEIA AQUI</strong></span></a>). Ele nasceu com o retorno de Daniele ao Brasil e em janeiro de 2018 já estava criado. Ele é o primeiro e único coral da cidade voltado totalmente para o repertório de rock e suas vertentes. &#8220;<em>Nós utilizamos o piano como base e todos os arranjos são desenvolvidos especialmente por mim, para o coral. Não tem nenhum material na internet que seja semelhante ao que eu desenvolvo para o grupo. Eu faço a separação das vozes, o que cada um faz, a forma de cantar, a entonação. Porque nós cantamos as músicas com atitude e entonação do rock e não com voz de música erudita ou canto lírico. Nosso coral sempre surpreende com a atitude</em>&#8220;, conta Daniele.</p>
<p>O projeto foi criado e divulgado pela Internet. Um foi chamando o outro e espalhou. As pessoas assistiam os vídeos e procuravam Daniele. &#8220;O grupo cresceu e desenvolveu muito. Nosso objetivo é<em> fazer amizades com o poder da música, dividir histórias e experiências, sair do comum, divertir pessoas e nos divertir, surpreender, quebrar tabus e mostrar que em um coral tudo é possível, inclusive cantar rock&#8221;, explica a musicista. </em></p>
<p>Daniele conta que o grupo traçou um panorama variado de trabalho, sempre envolvendo o rock e suas vertentes. “<em>Trabalhamos com músicas que marcaram gerações, canções de estilos e épocas variadas, grupos reconhecidos. Vamos do rock clássico ao pop-rock, nacional, metal e o indie rock. Já apresentamos versões de Legião Urbana, The Beatles, Pink Floyd</em>”, diz Daniele.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-20971" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/35628502_421766074964135_9113812433360650240_n-300x198.jpg" alt="" width="858" height="566" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Planos para o futuro</strong></h4>
<p>Daniela afirma: &#8220;<em>Sou meio cigana, então não penso em sair de Juiz de Fora agora. Acredito muito no Let&#8217;s Rock e temos muita coisa para fazer com o grupo, inclusive coisas surpreendentes (fiquem ligados!). O melhor é que Juiz de Fora está tendo diversos espaços culturais novos e prontos para receber outras culturas. As pessoas também estão abertas a conhecerem novas tendências</em>&#8220;, conta Daniele.</p>
<div id="fb-root"></div>
<p><script async="1" defer="1" crossorigin="anonymous" src="https://connect.facebook.net/en_US/sdk.js#xfbml=1&amp;version=v4.0"></script></p>
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<blockquote cite="https://www.facebook.com/344244416049635/videos/2119983081551141/" class="fb-xfbml-parse-ignore"><p><a href="https://www.facebook.com/344244416049635/videos/2119983081551141/"></a></p>
<p>Registro lindo do Vinícius Gonçalves de nosso coral cantando &quot;Hound Dog&quot;, versão de Elvis Presley. Apresentação do Coral &quot;Let&#039;s Rock!&quot; Dança: Bruno Johnson Muito gratificante a experiência, obrigada ao Coral &quot;Let&#039;s Rock!&quot;, ao querido público que nos prestigiou na igreja São Mateus e ao regente Victor Cassemiro que nos recebeu com tanto carinho e consideração! Obrigada e parabéns à todos os demais corais que abrilhantaram a noite! Bravi! 🤘#coralletsrockjf #encontrodecorais #rock #coral #juizdefora #cantar #hounddog #elvis</p>
<p>Posted by <a href="https://www.facebook.com/Coral-Lets-Rock-Juiz-de-Fora-344244416049635/">Coral &quot;Let&#039;s Rock&quot; &#8211; Juiz de Fora</a> on Tuesday, September 4, 2018</p></blockquote>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Dica de Daniele</strong></h4>
<p>Daniele destaca que os interessados em seguir a carreira na música precisam de alguns passos: &#8220;<em>Metas! Se você não tem metas a seguir, não traça planos, vai ser um pouco complicado. Na música, precisa ter paciência e determinação</em>&#8220;, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[vejatambem]</p>
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		<title>Conheça o professor especialista em inovações pedagógicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara Turchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[inovações pedagógicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Métodos mais interativos e atrativos que chamam atenção dos alunos Thiago construiu uma carreira voltada para a administração. Formou-se na área e trabalhou como Executivo de Marketing da marca L&#8217;Oréal no Brasil e na França. Porém, ao longo desse processo, Thiago percebeu que seu caminho era outro: a sala de aula. Thiago Almeida morou em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Métodos mais interativos e atrativos que chamam atenção dos alunos</em></h3>
<p>Thiago construiu uma carreira voltada para a administração. Formou-se na área e trabalhou como Executivo de Marketing da marca L&#8217;Oréal no Brasil e na França. Porém, ao longo desse processo, Thiago percebeu que seu caminho era outro: a sala de aula.</p>
<p><a href="https://thiagoalmeida.co/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Thiago Almeida</strong></span></a> morou em Juiz de Fora por nove anos, deixou a cidade em 2006 e retornou para a princesinha tem pouco tempo. Entre idas e vindas, ele percebeu que estar em uma sala de aula deveria ser sua profissão. Ele conta que sua relação com o ensino é antiga e não planejada. “<em>Sempre foi natural me imaginar professor e pensar em educação. Desde a época em que eu era o aluno, eu tinha preocupação em prestar atenção nas estratégias didáticas dos professores. Minha primeira experiência dando aulas foi ensinando meus colegas a tocarem violão. Mas fui por um caminho diferente”, conta Thiago.</em></p>
<figure id="attachment_20526" aria-describedby="caption-attachment-20526" style="width: 859px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20526" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/1_B3dcORzqKiOjlc5KSeym0A-300x225.jpeg" alt="" width="859" height="644" /><figcaption id="caption-attachment-20526" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<h4><strong>A saída do marketing</strong></h4>
<p>A faculdade escolhida foi Administração e ele acabou seguindo carreira. Thiago destaca que ele gostava de sua antiga profissão, mas algo falou mais alto. “<em>Eu gostava de ser gestor, mas a sala de aula me chamava mais atenção. Eu me sentia melhor com o prazer intelectual do ensino e então, comecei a lecionar”. </em></p>
<p>Thiago começou a fazer uma transição de carreira, com mestrado e doutorado, e a partir disso começou a lecionar formalmente no ensino médio e na graduação. “<em>Já inserido na sala de aula, percebi que a minha grande motivação estava associada a um desconforto que sempre senti com o modelo institucional e instrucional, modelo que faz parte da premissa de que a aprendizagem é um processo de transmissão de que o professor é o dono do conhecimento”</em>, conta Thiago.</p>
<figure id="attachment_20524" aria-describedby="caption-attachment-20524" style="width: 859px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20524" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/1_cICTp1bNNlM6qEKAASUj2g-300x225.jpeg" alt="" width="859" height="644" /><figcaption id="caption-attachment-20524" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<h4><strong>Novo modelo de ensino</strong></h4>
<p>Thiago conta que a ideia de ensino em que o professor transmite seu conhecimento para o aluno através da fala e que o estudante, para ter sucesso, precisa ser um bom ouvinte já não possui o mesmo efeito que antigamente. “<em>Essa ideia é comprovada já há algumas décadas por diversas pesquisas no campo da educação. Comecei a me interessar por essa questão da aprendizagem pelo viés da inovação pedagógica e nos processos de aprendizagem</em>”, diz o professor.</p>
<p>Já lecionando na Ibmec, na ESPM, no Centro Universitário Celso Lisboa, Thiago iniciou um trabalho de pesquisa sobre a temática da inovação pedagógica e começou a adotar práticas inovadoras em seu trabalho como professor. “<em>Para entender o que eu precisava fazer, comecei a mapear o que estava acontecendo de relevante no mundo, estudei o sistema educacional finlandês, que é tratado por muitos como o mais inovador e eficiente do mundo, o movimento de micro escolas nos Estados Unidos, comecei a entender as startups de inovação educacional e isso acabou me levando a um redirecionamento de carreira dedicado a inovação pedagógica”, explica Thiago.</em></p>
<figure id="attachment_20527" aria-describedby="caption-attachment-20527" style="width: 865px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20527" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/3d-300x199.jpg" alt="" width="865" height="574" /><figcaption id="caption-attachment-20527" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<h4><strong>Especializações e carreira </strong></h4>
<p>Thiago é bacharel em Administração pela ESPM Rio, é mestre pela PUC – Rio na área de administração de empresas, é doutor em administração pelo COPPEAD / UFRJ com área de estudo em Gestão, Inovação e Educação.</p>
<p>Thiago também se especializou nos modelos de aprendizagem colaborativa e ativa, aprendizagem por projetos, método do caso, aprendizagem baseada em equipes e problemas. “<em>Além disso, comecei a investigar uma série de inovações que envolviam tecnologias digitais, como o caso da robótica educacional, programação infantil e da cultura maker.</em> Atualmente, leciono como professor substituto da UFJF na faculdade de administração e professor da pós-graduação da IESPE. Sou idealizador e diretor executivo da <strong><a href="https://escolahub.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Escola Hub</span></a></strong>, uma escola inovadora de ensino básico”, conta Thiago com orgulho de sua carreira</p>
<p><strong><a href="https://www.facebook.com/Escola-Hub-392382507948951/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A escola</a>: </strong></p>
<p>Thiago conta que o projeto da Escola Hub é ser inovadora, alinhada com a perspectiva de escolas focadas no desenvolvimento humano, onde o modelo pedagógico é baseado em aprendizagem ativa e colaborativa. A proposta da escola é que os estudantes sejam inventores, artistas, empreendedores e cidadãos críticos e sustentáveis.</p>
<figure id="attachment_20528" aria-describedby="caption-attachment-20528" style="width: 860px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20528" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/1_d6VyYize_qNrSYkhgfd5cw-300x200.jpeg" alt="" width="860" height="573" /><figcaption id="caption-attachment-20528" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<h4><strong>O lado negativo do modelo tradicional </strong></h4>
<p>Thiago conta que o método comum de ensino pode se tornar disperso para os alunos, pois são disciplinas disseminas ao longo do período da graduação e isso pode dificultar a conexão do conhecimento pelos estudantes. “<em>Os professores não necessariamente se conhecem, talvez não dialogam e constroem a experiência de aprendizagem do estudante, o que pode dificultar a relação entre as disciplinas”, </em>explica Thiago.</p>
<p>Outro ponto que o professor destaca é a disciplina distante do mercado. “<em>No currículo da disciplina o foco está no desenvolvimento de conhecimentos. Mas, na vida real, ter apenas o conhecimento não é suficiente, sendo necessário e importante possuir habilidades e atitudes, para garantir uma ação eficaz”, diz</em>.</p>
<figure id="attachment_20531" aria-describedby="caption-attachment-20531" style="width: 870px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class=" wp-image-20531" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/iStock-488094416-300x200.jpg" alt="" width="870" height="579" /><figcaption id="caption-attachment-20531" class="wp-caption-text">Foto: <a class="o5rIVb irc_hol i3724 irc_lth" tabindex="0" href="https://www.google.com.br/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjDn5vHxffdAhUFQ60KHRF6ClMQjB16BAgBEAQ&amp;url=http%3A%2F%2Finfo.geekie.com.br%2Ftrabalho-em-grupo%2F&amp;psig=AOvVaw3roT62qA-FpqUNu2NefVZa&amp;ust=1539112102767471" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-noload="" data-ved="2ahUKEwjDn5vHxffdAhUFQ60KHRF6ClMQjB16BAgBEAQ" data-ctbtn="2" data-cthref="https://www.google.com.br/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjDn5vHxffdAhUFQ60KHRF6ClMQjB16BAgBEAQ&amp;url=http%3A%2F%2Finfo.geekie.com.br%2Ftrabalho-em-grupo%2F&amp;psig=AOvVaw3roT62qA-FpqUNu2NefVZa&amp;ust=1539112102767471"><span class="irc_ho" dir="ltr">InfoGeekie</span></a></figcaption></figure>
<p>Pensando nisso, Thiago e a educadora, pesquisadora e gerente de inovação pedagógica no Centro Universitário Celso Lisboa, Maitê Russo, analisaram algumas questões e chegaram a seguinte conclusão sobre o modelo tradicional de ensino:</p>
<p>1 – As aulas tradicionais não despertavam interesse dos alunos;</p>
<p>2 – As disciplinas possuíam baixo nível de conexão com a vida real e profissional;</p>
<p>3 – Ofereciam pouco espaço para os estudantes apresentarem suas opiniões e visões de mundo.</p>
<p>4 – Os conteúdos apresentados eram excessivos e com pouco significado;</p>
<p>5 &#8211; A motivação que os alunos possuíam era o medo de notas baixas;</p>
<p>6 – Provas com formato tradicional não mediam aprendizados relevantes.</p>
<p>Analisando esses pontos, Thiago começou a colocar em prática todo o conhecimento que adquiriu de inovações pedagógicas.</p>
<figure id="attachment_20522" aria-describedby="caption-attachment-20522" style="width: 874px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20522" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/0-1-300x161.jpg" alt="" width="874" height="469" /><figcaption id="caption-attachment-20522" class="wp-caption-text">Atividades práticas (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<h4><strong>Valeu a pena? </strong></h4>
<p>Thiago conta com orgulho: “<em>Os resultados até agora têm nos impressionado. Os estudantes estão apresentando um nível de engajamento acima da média histórica, há redução drástica no número de faltas, crescimento exponencial do tempo de uso da biblioteca, resultados dos projetos finais impressionando pela dedicação e capacidade de elaboração de solução, e alunos capazes de resolver problemas muito mais complexos do que no modelo tradicional</em>”, conta Thiago.</p>
<p>Analisando o sistema atual, Thiago destaca: “<em>O sistema brasileiro de ensino vive hoje um dilema, uma crise de paradigma. Mas já começamos a observar um número de instituições, que ainda são minoria, mas já são volumosas, que buscam adotar modelos pedagógicos inovadores, pois entendem as limitações do modelo tradicional e já há um consenso em termos de pesquisa com relação a isso</em>”, finaliza o professor.</p>
<figure id="attachment_20521" aria-describedby="caption-attachment-20521" style="width: 850px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-20521" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/0-300x161.jpg" alt="" width="850" height="456" /><figcaption id="caption-attachment-20521" class="wp-caption-text">Thiago Almeida e alunos (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<h4><strong>Conheça os termos e métodos usados pelo professor Thiago Almeida:</strong></h4>
<p><strong>Aprendizagem Colaborativa: </strong>é um recurso na área de educação, que surge da necessidade de inserir metodologias interativas entre o aluno em conjunto com o professor para que estabeleçam buscas, compreensão e interpretação da informação.</p>
<p><strong>Aprendizagem Ativa: </strong>o aluno é o personagem principal e o maior responsável pelo processo de aprendizado. O objetivo dessa prática é incentivar os professores a desenvolver a capacidade de absorção de conteúdos de maneira autônoma e participativa.</p>
<p><strong>Aprendizagem por projetos: </strong>é uma pedagogia que tem o objetivo de promover o aprendizado profundo através de um foco baseado em questões para engajar os alunos com questões e conflitos que sejam ricos, reais e relevantes.</p>
<p><strong>Método do caso: </strong>a forma de ensino é baseada no uso de casos reais de organizações ou situações de negócio, colocando os alunos para tomarem decisões, simulando o mercado de trabalho.</p>
<p><strong>Aprendizagem baseada em equipe: </strong>é direcionada para pequenos grupos de aprendizagem, formando equipes de 5 a 7 estudantes, que vão trabalhar na mesma sala de aula. Pode ser usada para grupos com mais de 100 estudantes e grupos menores, com até 25 alunos.</p>
<p><strong>Cultura Maker:</strong> é uma extensão da cultura do &#8220;Faça-você-mesmo, ou <em>Do-It-Yourself</em>&#8220;. Esse movimento tem como objetivo a ideia de que as pessoas comuns podem construir, consertar, modificar e fabricar os mais diversos tipos de objetos e projetos com suas próprias mãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[vejatambem]</p>
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		<title>Conheça Daniela Colaci e seu perfil no Instagram sobre livros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara Turchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[personagem]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade JF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já leu hoje? Sabe aquela promessa de ano novo de ler pelo menos um livro por mês? Todo mundo já prometeu e por diversos motivos não cumpriu. Mas saiba que tudo depende de força de vontade e dedicação, viu?! A juiz-forana Daniela Colaci Moreira é daquelas que não dispensa uma leitura. Ela é tão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Você já leu hoje?</em></h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-19896" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/DANIELA-300x184.png" alt="" width="849" height="521" /></p>
<p>Sabe aquela promessa de ano novo de ler pelo menos um livro por mês? Todo mundo já prometeu e por diversos motivos não cumpriu. Mas saiba que tudo depende de força de vontade e dedicação, viu?!</p>
<p>A juiz-forana <a href="https://www.instagram.com/danielamoreiraf/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Daniela Colaci Moreira</strong></span></a> é daquelas que não dispensa uma leitura. Ela é tão apaixonada pela atividade que criou, em janeiro de 2017, o perfil <a href="https://www.instagram.com/resenhasdealgodao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>@resenhasdealgodão</strong></span></a> no Instagram para compartilhar um conteúdo que ama: livros, séries e filmes. Hoje, o perfil é mais voltado para os livros e possui mais de 16 mil seguidores. Daniela sempre mostra as novidades do mundo da leitura e faz resenhas sobre os livros.</p>
<p>Com 25 anos e formada em Jornalismo, ela conta que sempre recebeu incentivo em casa para ler e que essa atividade sempre foi prazerosa. “<em>Comecei com os gibis da Turma da Mônica, que eu devorava num piscar de olhos e em seguida comecei a ler livros infantis. Minha tia me levava para alugar livros na biblioteca, então a leitura sempre fez parte da minha vida</em>”, diz Daniela.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-19897" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/DANIELA-LIVROS-300x199.png" alt="" width="870" height="577" /></p>
<h4></h4>
<h4><strong>Os vilões</strong></h4>
<p>Mas essa história de amor teve um vilão. Daniela foi crescendo, o gosto pelos filmes e seriados foi aflorando e ela acabou deixando a leitura um pouco de lado. “<em>Foi a internet que me fez voltar a ser uma leitora. Comecei a acompanhar alguns perfis literários em 2014 e retomei o hábito de leitura desde então</em>”, conta.</p>
<p>Hoje, Daniela possui cerca de 350 livros e para dar conta de ler tudo isso, ela explica como fez.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Em novembro de 2016 eu me propus a ler todos os dias pelo menos 30 páginas por dia, mas acabava lendo mais do que isso. Em 2017, li 65 livros. Nesse ano, até o momento, já concluí 40 leituras. Consegui cumprir o propósito de ler todos os dias até agosto desse ano, quando reduzi o ritmo de leitura para poder me dedicar aos estudos para o Enem. Mesmo assim, sempre estou lendo alguma coisa. Costumo encaixar a leitura em momentos durante o dia, mas meu horário preferido para ler é antes de dormir.”</em></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-19898" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/livros-300x183.png" alt="" width="856" height="522" /></p>
<p style="text-align: left;">Daniela conta que não possui dificuldade em se concentrar pois costuma embarcar nas histórias, mas&#8230; “<em>Se por algum motivo o livro não está me prendendo, insisto um pouco. Se não rolar, deixo de lado para uma segunda oportunidade e pego outro livro de algum estilo diferente para ler. Não acho que vale a pena ficar forçando a leitura de nada, é para ser um hábito prazeroso, não uma obrigação</em>”, conta a jovem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: left;"><strong>Parcerias de sucesso</strong></h4>
<p>Daniela conseguiu o que muitos amantes dos livros gostariam: parceria com o Grupo Autêntica e com a editora Intrínseca. Sucesso né?! E ela se orgulha de falar e de ter conseguido isso, afinal, quem não?</p>
<p>A jornalista conta que tudo começou com o processo seletivo das editoras. Ela se inscreveu, mandou link do seu perfil e falou sobre o seu trabalho com o Instagram.</p>
<p style="text-align: center;">“<em>O Grupo Autêntica foi o primeiro a me dar a oportunidade de parceria, quando eu tinha 9 meses de Instagram. Já a Intrínseca é uma editora que admiro e leio desde sempre, quando consegui ser aprovada como parceira, foi uma felicidade parecida com uma aprovação no vestibular”, </em>conta Daniela super feliz.</p>
<p>Ela conta que escolhe os livros para receber e, em contrapartida, faz um post resenhando a obra e expondo as opiniões sobre a leitura.</p>
<h4><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-19903" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/fadidi-300x183.png" alt="" width="857" height="523" /></h4>
<h4></h4>
<h4><strong>Empreendedorismo na leitura</strong></h4>
<p>Daniela também é empreendedora e possui uma loja de bolsas, capas e marcadores, tudo direcionado para&#8230; isso mesmo, livros!</p>
<p>Ela conta que a <a href="https://www.instagram.com/fofurasdealgodao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Fofuras de Algodão</strong></span></a>, sua marca, é seu trabalho atualmente. “<em>Eu sempre quis criar algo meu, então, por gostar muito de papelaria, tive a ideia de desenvolver inicialmente cadernos e agendas encapados com tecido. Depois, comecei a criar itens que pudessem ser úteis para leitores como marcadores e capa para livros e </em><em>capa para Kindle (leitor digital)</em>”, diz Daniela.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-19904" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/444-300x255.png" alt="" width="856" height="728" /></p>
<p>Daniela diz que conta com a ajuda de uma costureira, mas o restante dos produtos são todos feitos pela jovem. A jornalista diz que foi graças a loja que ela conheceu outras meninas que tem perfis literários no Instagram e elas a incentivaram a criar o perfil literário, o <a href="https://www.instagram.com/resenhasdealgodao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;"><strong>Resenhas de Algodão</strong></span></a>. “<em>Posso dizer que meus dois perfis estão intimamente relacionados, além do Algodão em comum</em>”, completa Daniela.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-19905" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/fofofo-300x185.png" alt="" width="300" height="185" /></p>
<h4></h4>
<h4><strong>Confira mais detalhes sobre Daniela e Resenhas de Algodão:</strong></h4>
<p><strong>Qual seu livro preferido? </strong></p>
<p>Meu livro favorito se chama &#8220;<strong><em>O Segredo do Meu Marido</em></strong>&#8220;, da Liane Moriarty. Amo a construção dessa história e a forma que a autora conseguiu ligar os personagens na trama.</p>
<figure id="attachment_19908" aria-describedby="caption-attachment-19908" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19908" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-3-209x300.jpg" alt="" width="355" height="509" /><figcaption id="caption-attachment-19908" class="wp-caption-text">Livro: O Segredo do Meu Marido&#8221;, da Liane Moriarty.</figcaption></figure>
<p><strong>E estilo, qual seu preferido?</strong></p>
<p>Gosto de vários estilos literários, mas tenho preferência por dramas, suspenses e histórias em quadrinhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tem o sonho de escrever um livro?</strong></p>
<p>Adoraria publicar um livro futuramente! Na verdade, já tenho algumas ideias na cabeça, falta alinhar tudo e passar para o papel!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual o melhor livro que você já leu? </strong></p>
<p>Difícil escolher só um livro, mas um dos melhores que já li se chama &#8220;<strong>O Rouxinol</strong>&#8220;, da Kristin Hannah. Ele é bem emocionante e se passa na França, no período da Segunda Guerra Mundial.</p>
<figure id="attachment_19909" aria-describedby="caption-attachment-19909" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19909" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-1-1-209x300.jpg" alt="" width="355" height="510" /><figcaption id="caption-attachment-19909" class="wp-caption-text">Livro: &#8220;O Rouxinol&#8221;, da Kristin Hannah</figcaption></figure>
<p><strong>E um livro que não te agradou?</strong></p>
<p>Infelizmente abandonei a leitura de &#8220;<strong>Teorema Katherine</strong>&#8221; do John Green, porque a trama não conseguiu me prender.</p>
<figure id="attachment_19910" aria-describedby="caption-attachment-19910" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19910" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-2-1-200x300.jpg" alt="" width="355" height="533" /><figcaption id="caption-attachment-19910" class="wp-caption-text">Livro: &#8220;Teorema Katherine&#8221; do John Green</figcaption></figure>
<p><strong>Onde você guarda todos os seus livros?</strong></p>
<p>Guardo em vários lugares! Tenho um armário principal, onde fica a maioria, cerca de 180 livros e o restante está guardando em vários cantos da casa, mesa, caixas, malas e etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dicas de Daniela para quem não gosta de ler, mas quer pegar esse hábito: </strong></p>
<p>“<em>Indico começar por livros curtos ou histórias em quadrinhos. Na escola, no ensino médio, costumamos ler livros clássicos, mas eu não indicaria esse tipo de livro para quem quer começar o a cultivar o hábito da leitura. Não que sejam livros ruins, longe disso, mas o vocabulário rebuscado pode ser um obstáculo</em>.”</p>
<figure id="attachment_19918" aria-describedby="caption-attachment-19918" style="width: 866px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19918" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/DANIELA-1-300x210.png" alt="" width="866" height="606" /><figcaption id="caption-attachment-19918" class="wp-caption-text">Daniela comemorando o primeiro ano do perfil.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Daniela indica cinco livros para iniciantes: </strong></h4>
<p>&#8220;<strong>Extraordinário</strong>&#8221; da R.J. Palácio (que virou filme no ano passado);</p>
<figure id="attachment_19911" aria-describedby="caption-attachment-19911" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19911" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-3-1-209x300.jpg" alt="" width="355" height="510" /><figcaption id="caption-attachment-19911" class="wp-caption-text">Livro: &#8220;Extraordinário&#8221; de R.J. Palácio</figcaption></figure>
<p>“<strong>Maus</strong>” de Art Spiegelman (história real de um sobrevivente do Holocausto);</p>
<figure id="attachment_19912" aria-describedby="caption-attachment-19912" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19912" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-4-209x300.jpg" alt="" width="355" height="510" /><figcaption id="caption-attachment-19912" class="wp-caption-text">Livro: “Maus” de Art Spiegelman</figcaption></figure>
<p>“<strong>A Lista de Brett</strong>” de Lori Nelson Spielman (um livro leve sobre uma mulher na faixa dos 30 e poucos redescobrindo a vida);</p>
<figure id="attachment_19913" aria-describedby="caption-attachment-19913" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19913" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-5-202x300.jpg" alt="" width="355" height="527" /><figcaption id="caption-attachment-19913" class="wp-caption-text">Livro: “A Lista de Brett” de Lori Nelson Spielman</figcaption></figure>
<p>“<strong>Todo dia a mesma noite</strong>” da Daniela Arbex (livro jornalístico sobre o incêndio na Boate Kiss);</p>
<figure id="attachment_19914" aria-describedby="caption-attachment-19914" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19914" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-6-200x300.jpg" alt="" width="355" height="533" /><figcaption id="caption-attachment-19914" class="wp-caption-text">Livro: “Todo dia a mesma noite” de Daniela Arbex</figcaption></figure>
<p>“<strong>Minha Vida com Bóris</strong>” da Thays Martinez (a Thays é deficiente visual e o Bóris foi seu primeiro cão guia).</p>
<figure id="attachment_19915" aria-describedby="caption-attachment-19915" style="width: 355px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-19915" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/download-7-202x300.jpg" alt="" width="355" height="527" /><figcaption id="caption-attachment-19915" class="wp-caption-text">Livro: “Minha Vida com Bóris” de Thays Martinez</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[vejatambem]</p>
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		<title>Modelo mineira com marca de nascença quebra padrões de beleza</title>
		<link>https://www.ombrelo.com.br/cultura/modelo-mineira-marca-de-nascenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara Turchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[personagem]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade JF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Ame quem você é! Seja grato por quem você é!, diz modelo&#8221; Mineira natural de Patos de Minas, Mariana veio para Juiz de Fora há sete anos cursar Artes e Design. Depois do curso concluído, a faculdade de Moda foi a escolhida para acrescentar no currículo da jovem garota. Hoje, com 25 anos, a modelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>&#8220;Ame quem você é! Seja grato por quem você é!, diz modelo&#8221;</em></h3>
<figure id="attachment_18859" aria-describedby="caption-attachment-18859" style="width: 854px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-18859" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/WhatsApp-Image-2018-09-15-at-13.17.21-300x200.jpeg" alt="" width="854" height="569" /><figcaption id="caption-attachment-18859" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Mineira natural de Patos de Minas, Mariana veio para Juiz de Fora há sete anos cursar Artes e Design. Depois do curso concluído, a faculdade de Moda foi a escolhida para acrescentar no currículo da jovem garota. Hoje, com 25 anos, a modelo chama atenção por onde passa. Sim, a beleza é o carro-chefe, mas Mariana se tornou conhecida devido a uma mancha de nascença.</p>
<h4><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-18883" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/77777-300x188.jpg" alt="" width="859" height="538" /></h4>
<h4><strong>Sem essa de vergonha</strong></h4>
<p>Nevo Melanocitico Congênito é o nome científico de sua pinta. Essa mancha ocorre devido a uma mutação nos melanócitos, que são células produzidas na crista neural ainda no embrião. Mariana conta que quando era criança, a mãe a levava para fazer sessões de laser para clarear a mancha. &#8220;<em>Como eu era pequena e não sabia decidi por mim mesma se queria ou não fazer o tratamento, minha mãe resolveu interromper e esperar para que eu mesma decidisse se gostaria de tirar ou não. E minha opção foi não. Minha pinta faz parte de quem eu sou</em>&#8220;, diz Mariana.</p>
<p>Ela conta que prefere falar que nunca sofreu por ter a pinta, pois nunca permitiu que nada nem ninguém a deixasse mal por causa dela. &#8220;<em>É claro que existem pessoas que falam coisas desagradáveis, fazem comentários desnecessários. Mas a minha opinião sobre mim é mais importante do que certos comentários de pessoas que não sabem o que estão falando</em>&#8220;, conta a modelo.</p>
<figure id="attachment_18865" aria-describedby="caption-attachment-18865" style="width: 851px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-18865" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/WhatsApp-Image-2018-09-15-at-13.18.12-300x216.jpeg" alt="" width="851" height="613" /><figcaption id="caption-attachment-18865" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h4><strong>De Patos e JF para o mundo</strong></h4>
<p>A modelo se tornou conhecida depois que um jornalista a encontrou pelo Instagram. Mariana conta o motivo dessa atenção. &#8220;<em>Segundo ele, só de olhar para minhas fotos, o modo que eu estou, ele percebeu que eu não tinha nenhum problema nem trauma por ter a pinta. Ele contou que notou que eu não escondo a pinta em nenhuma foto, nem estou com maquiagem para cobrir e me pediu para dar uma entrevista para ele com intuito de ajudar outras pessoas com o meu discurso de autoestima e aceitação</em>&#8220;, diz Mariana.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/BnG4voIHAQn/" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:600px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/BnG4voIHAQn/" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank">Dê uma legenda pra essa foto!  Foto por @farnesioporto  Make por @guhrodriggues</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">A post shared by <a href="https://www.instagram.com/marianamendes.m/" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> Mariana Mendes</a> (@marianamendes.m) on <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2018-08-30T15:11:54+00:00">Aug 30, 2018 at 8:11am PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>A moça logo aceitou e esse foi o pontapé para o mundo. Depois disso, Mariana apareceu em portais de moda, de entretenimento, notícias. O Globo, Yahoo!, Vogue, Capricho, Universa. Brasil, Colômbia, Alemanha. Todos queriam conhecer quem era a menina que mostrava, no rosto, o discurso de autoestima e aceitação.</p>
<figure id="attachment_18870" aria-describedby="caption-attachment-18870" style="width: 854px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-18870" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/WhatsApp-Image-2018-09-15-at-13.17.59-2-300x158.jpeg" alt="" width="854" height="450" /><figcaption id="caption-attachment-18870" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h4><strong>Campanha com marca internacional</strong></h4>
<p>Hoje, diversas marcas estão mostrando em campanhas como a quebra de padrão é importante e necessário. Com essa intenção, a marca inglesa Missguided convidou seis mulheres para estampar a campanha de <em>skin positivity, </em>que tem objetivo de fazer com que as pessoas se sintam bem com sua pele. Mariana Mendes foi uma das convidadas.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/BimELztjZTe/" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:600px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/BimELztjZTe/" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> </p>
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<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
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<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/BimELztjZTe/" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank">Meet the 6 women on a mission to challenge the world’s perception of beauty, and to inspire babes around the world to love themselves, for themselves. Discover the #inyourownskin campaign in our bio link ✨ #KEEPONBEINGYOU</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">A post shared by <a href="https://www.instagram.com/missguided/" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> MISSGUIDED</a> (@missguided) on <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2018-05-10T11:11:21+00:00">May 10, 2018 at 4:11am PDT</time></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;<em>A campanha da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.missguided.co.uk/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Missguided</strong></a></span> foi muito importante para mim, pois participei dela com mais outras 5 meninas, todas “fora do padrão de beleza” imposto pela mídia. O convite veio por causa de toda a repercussão que tive através das entrevistas que dei para diversos portais do mundo. As fotos foram feitas em Londres no início do ano. O  intuito da campanha é exatamente mostrar que existem vários tipos de beleza e que todos nós temos a nossa!</em>&#8220;, explica a modelo.</p>
<figure id="attachment_18876" aria-describedby="caption-attachment-18876" style="width: 845px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-18876" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/WhatsApp-Image-2018-09-15-at-13.17.58-300x200.jpeg" alt="" width="845" height="563" /><figcaption id="caption-attachment-18876" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação / Missguided</figcaption></figure>
<h4><strong>O esteriótipo vem da sociedade</strong></h4>
<p>Nem é preciso dizer que a sociedade cria, todos os dias, um esteriótipo novo, um padrão de beleza para ser aceito, mas isso está mudando, constantemente. Enquanto uns pregam esses padrões, muitos outros estão tentando quebrá-los, mostrando como é importante a aceitação, a diversidade e a diferença.</p>
<figure id="attachment_18888" aria-describedby="caption-attachment-18888" style="width: 866px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-18888" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/WhatsApp-Image-2018-09-15-at-13.17.25-300x200.jpeg" alt="" width="866" height="577" /><figcaption id="caption-attachment-18888" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Mariana concorda com esse ponto e ainda complementa: &#8220;<em>Nós vivemos em um mundo de diversidade e todos nós temos a nossa beleza. A sociedade coloca algo como feio ou estranho, mas só é dito assim pois não está na mídia, não tem representatividade. Estou batalhando para poder representar milhares de pessoas que não se sentem representadas. As pessoas sentem falta de ver algo que as representem e aos poucos a moda, as revistas, a TV e a mídia estão abrindo espaço para isso. Eles estão percebendo como isso é importante para todos e fico feliz de ver isso acontecendo, mesmo que seja aos poucos. Tenho um enorme orgulho e admiração para essas marcas que estão abrindo espaços para modelos fora do padrão</em>&#8220;, declara Mariana.</p>
<figure id="attachment_18878" aria-describedby="caption-attachment-18878" style="width: 851px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-18878" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/WhatsApp-Image-2018-09-15-at-13.17.51-300x200.jpeg" alt="" width="851" height="567" /><figcaption id="caption-attachment-18878" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h4><strong>Se conselho fosse bom&#8230;</strong></h4>
<p>Sabemos que muitas pessoas sofrem por possuírem alguma diferença, mas isso não é motivo para tristeza. E Mariana aconselha: &#8220;<em>Não deixe que a sua opinião sobre você mesmo seja formada pelos olhos/comentários das outras pessoas! O que você pensa de você mesmo tem que ter muito mais valor do que o que os outros pensam! Ame quem você é! Seja grato por quem você é!&#8221;, finaliza a modelo. </em></p>
<p><strong><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-18880" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/ahahaWhatsApp-Image-2018-09-15-at-13.17.42-224x300.jpg" alt="" width="867" height="1161" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[vejatambem]</p>
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