Dia Mundial do Rádio: curiosidades sobre esse meio de comunicação tão querido
Por Daniel Furlan
No carro, em casa ou no trabalho, ele sempre está com você
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No dia 13 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Rádio. Esse meio de comunicação tão querido e eficiente serve como companhia para milhões de pessoas, seja pela voz dos locutores, pelas notícias ou pelas músicas. Nós de Ombrelo, por sinal, somos fanáticos pelo rádio. Afinal, somos parte do Grupo Libertempo, empresa responsável pelas radinhas mais divertidas e escutadas de Juiz de Fora: Alô Fm e Cidade.
Portanto, não poderíamos deixar a data passar em branco. Selecionamos curiosidades históricas sobre o rádio para você se apaixonar ainda mais por ele. Sintonize na emissora que for a sua cara e curta a matéria com leveza e alegria.
Criador
O senso comum diz que Guglielmo Marconi criou o rádio, em 1895. Mas essa afirmativa é questionada com frequência. A Suprema Corte American, por exemplo, concedeu o mérito da criação a Nikola Tesla, pois o projeto de Marconi continha dezenas de patentes de Tesla. Alguns brasileiros, no entanto, defendem a ideia de que o padre Roberto Landell de Moura fez uma experiência de radiofusão pioneira no mundo, em 1893.
Recurso militar
No início, apenas militares podiam ter aparelhos de rádio no Brasil. Contudo, Francisco de Sá revogou a lei que criava essa exclusividade, e a primeira transmissão para a população foi feita, no ano de 1919. A transmissão foi comandada por Antônio Joaquim Pereira, no Recife.
As primeiras
A primeira rádio do país surgiu em 1923. Com o nome de Sociedade do Rio de Janeiro, ela foi fundada por Roquette Pinto e Henry Morize. Já a primeira rede nacional foi criada por Getúlio Vargas em 1937, com o intuito de anunciar a criação do Estado Novo.
Número de rádios no mundo
Estima-se que existam mais de um milhão de 400 mil emissoras de rádios no mundo. O Brasil possui mais de nove mil emissoras oficiais, ocupando o segundo lugar da lista, que tem os Estados Unidos no topo.
Mais vivo do que nunca
Foram várias tentativas de homicídio ao rádio ao longo da história. Disseram que ele acabaria após a criação da televisão, e reforçaram com ainda mais força a teoria quando a internet começou a se popularizar. As pesquisas, no entanto, mostram o contrário. O rádio, que já havia sobrevivido à TV, está mais vivo do que nunca, mesmo com o crescimento da internet. Segundo as últimas pesquisas do IBGE, quase 90% da população brasileira ainda escuta alguma rádio diariamente. Os dados de Estados Unidos e Inglaterra também mostram o mesmo engajamento.