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	<title>Educação &#8211; Ombrelo</title>
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	<description>Notícias e Entretenimento - Juiz de Fora</description>
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	<title>Educação &#8211; Ombrelo</title>
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		<title>Feira de Profissões atrai estudantes e leva conhecimento aos jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ombrelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[FACSUM]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de Profissões]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Acadêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dias com muita troca de experiência Aprendizado, diversão e troca de experiências. Pode-se dizer que essas palavras resumem a Jornada Acadêmica realizada pela FACSUM / FJF, entre os dias 30 a 01 de novembro. O evento, que foi aberto ao público externo, possui tradição e relevância na comunidade. Recebendo visitas de jovens do Ensino Médio, palestrantes e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Dias com muita troca de </em><i>experiência</i></h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-22440" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/45058458_1190294061135214_2955773128485109760_n-300x233.jpg" alt="" width="872" height="677" /></p>
<p>Aprendizado, diversão e troca de experiências. Pode-se dizer que essas palavras resumem a Jornada Acadêmica realizada pela <a href="https://www.facebook.com/Facsum.FJF/" target="_blank" rel="noopener"><strong>FACSUM / FJF</strong></a>, entre os dias 30 a 01 de novembro. O evento, que foi aberto ao público externo, possui tradição e relevância na comunidade.</p>
<p>Recebendo visitas de jovens do Ensino Médio, palestrantes e os próprios estudantes da faculdade, a Jornada se divide entre minicursos, feira de profissões, apresentação de Mostras e serviços oferecidos gratuitamente aos participantes.</p>
<p style="font-weight: 400;">As faculdades <a href="https://www.facebook.com/Facsum.FJF/" target="_blank" rel="noopener"><strong>FACSUM / FJF</strong></a> deram o foco para a Feira de Profissões, que possibilita que os jovens enxerguem novas visões para o mercado de trabalho, destacando as principais atividades realizadas com os cursos e a troca de experiência feita através de estudantes do ensino médio, do curso superior e professores.</p>
<p>Para uma maior compreensão dos cursos e demonstração das áreas de atuação, os alunos de Arquitetura e Ciências Contábeis exibiram maquetes, o curso de Fisioterapia exibiu, explicou e demonstrou peças anatômicas, houve mostra do curso de Farmácia de Produtos Químicos, além de vacinação gratuita contra a febre amarela, tuberculose e outras doenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como foi a Feira?</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">A equipe de Ombrelo foi conferir a Feira de Profissões da FACSUM / FJF e registrou tudo. Confira mais detalhes:</p>
<div style="width: 600px;" class="wp-video"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');</script><![endif]-->
<video class="wp-video-shortcode" id="video-11910-1" width="600" height="338" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Feira-Facsum-2.mp4?_=1" /><a href="https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Feira-Facsum-2.mp4">https://www.ombrelo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Feira-Facsum-2.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="_50f4">
<p>A <a href="https://www.facebook.com/Facsum.FJF/" target="_blank" rel="noopener"><strong>FACSUM / FJF</strong></a> oferece os cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia de Produção, Engenharia Civil, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Pedagogia, Estética e Cosmética, Gestão de Recursos Humanos, Logística e Processos Gerenciais.</p>
<div></div>
<div>A <strong>FACSUM</strong> &#8211; Unidade Itamar Franco – fica na Av. Presidente Itamar Franco, nº3170, Bairro São Mateus e a Unidade Centro na Av. Barão do Rio Branco, nº2.872.</div>
<div></div>
<div><strong>Informações:</strong> <span id="OBJ_PREFIX_DWT215_com_zimbra_phone" class="Object" role="link"><a href="callto:(32) 2104-9090">(32) 2104-9090</a></span>/ 4009-7000.</div>
</div>
<div class="_50f4">
<div></div>
</div>
<div></div>
<div class="_3-8w"></div>
<p>[vejatambem]</p>
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		<title>Língua Portuguesa: inculta, bela e nossa.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Samir Hauaji]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa obra perto de casa, pregada à madeira frágil do tapume improvisado, ao lado de uma fenda tímida, mal cortada, uma placa pintada a esmalte de unha: proibido colocar cartas. Olhando para aquela palavrinha moribunda, já fadada ao museu das coisas, ela, que já se moveu pelos mundos afora, ali, insistindo aos olhos espantados, descansa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-8920" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/05/lingua-portuguesa.jpg" alt="" width="1200" height="500" /></p>
<p>Numa obra perto de casa, pregada à madeira frágil do tapume improvisado, ao lado de uma fenda tímida, mal cortada, uma placa pintada a esmalte de unha: <em><i>proibido colocar cartas</i></em>.</p>
<p>Olhando para aquela palavrinha moribunda, já fadada ao museu das coisas, ela, que já se moveu pelos mundos afora, ali, insistindo aos olhos espantados, descansa num jazigo perpétuo talvez do que foram folhas e mais folhas escritas um dia pela alma, sempre bem lacradas em envelopes com a goma dos correios, para depois serem abertas avidamente pelo destino.</p>
<p>Compadeço-me, então, do eventual zelador, ele um homem solitário, de voz rouca, apaixonado, vestido de inútil expectativa, esperando as cartas. Por que diacho sua clausura há de ser tão dolorosa?</p>
<p>Pois vinha nesse desvario quando em mim, escancarada, revelou-se a peça que me pregava a cachola. Ludibriado pela danada da ortografia! Não era <em><i>cartas</i></em> o que estava escrito lá, mas <em><i>cartaz</i></em>! <em><i>Proibido colocar cartaz</i></em>. Pronto, pelo menos o zelador não sofre mais.</p>
<p>Ele, não. Mas eu, eu me lembrei dos amores que tive, zelosos com a língua como o homem da obra devia ser com os larápios que atacam à noite; sentinelas adormecidas, porém, que escreviam não raro cartas em dialetos ininteligíveis, pouco escorreitos: era o furor dos libelos, coléricos muitas vezes por um nada, morto sempre no meio do caminho entre o endereçar e o receber. Os sentimentos, porque gritos de paixão, manifestavam-se através de palavras aquém e além do possível. Tortas. Vivas.</p>
<p>Agora com um belo sorriso, lembrou-me ter visto por ali  um muro, outra obra talvez, pintado com garrafais, <em><i>não á vagas</i></em>, ao que uma observação arguta, posposta ao escrito, emendava, <em><i>nem para o h</i></em>!</p>
<p>Mas o som do ponteiro de um relógio qualquer me vem atrasado, tanto quanto vinham as cartas&#8230; ao primeiro suspiro de lamento, escrevo no ar, com dedos imaginários, a palavra <em><i>horologium</i></em>, o conhecimento da hora para os latinos.</p>
<p>Não sei, no entanto, por que isso me veio&#8230; ah, sim. Como naquele muro, enfática pela ausência, posta no início das horas, silenciosa, esquecida na história da língua de que somos herdeiros, a letra <em><i>agá</i></em>, muda da silva, perdeu-se da palavra <em>relógio</em> no tumulto da mutação das línguas, agarrando-se como pode, até fundir-se ao artigo definido, ele que ajuda a pôr realidade nas coisas. Assim: <em><i>horologium</i></em>, <em><i>ho rológio, o relógio</i></em>. O relógio! Caramba! impérios romanos nos põe sempre a filosofar. Devo tornar a me assentar no mundo. Ponteiro não são silenciosos.</p>
<p>Enquanto corro, não deixo de pensar nos 280 milhões de pessoas que neste momento se esgueiram também em nosso idioma, aqui ou na África, na Índia, na China, em Portugal ou na Indonésia. Quantos não estarão agora tecendo cartas e cartazes, em línguas portuguesas doces e amargas, alguns hesitantes entre macaxeiras, mandiocas, aipins, macambas e castelinhas, entre alguma coisa e cousa nenhuma, entre haver vagas  ou a ver vagas. Quantos não estarão se ajeitando à vida através desse verbo divino que é a Última Flor do Lácio?</p>
<p>Cinco do cinco. Seu dia é sempre. Inculta e bela. Nossa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Leia Mais:</strong></h4>
<h4><span style="color: #3366ff;"><strong><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ombrelo.com.br/comportamento/nao-ha-rosa-sem-espinho/" target="_blank" rel="noopener">Crônica Não Há Rosa sem Espinho</a></strong></span></h4>
<h4><span style="color: #3366ff;"><strong><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ombrelo.com.br/musica/cronica-duelo-de-titas/" target="_blank" rel="noopener">Crônica Duelo de Titãs</a></strong></span></h4>
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		<title>&#8220;Nossas escolas se tornaram centros repetidores de conceitos&#8221;, diz o escritor Adilson Xavier</title>
		<link>https://www.ombrelo.com.br/variedades/entrevista-adilson-xavier/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Furlan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Adilson Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leia entrevista com uma das mentes mais criativas do país Muitas pessoas se dizem criativas e consideram isso uma grande qualidade. Entretanto, a criatividade está presente em todas as pessoas, só é preciso saber estimulá-la. Ken Robinson e David M. Kelley, dois dos maiores estudiosos de criatividade do mundo, defendem a ideia de que nossas escolas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong><em>Leia entrevista com uma das mentes mais criativas do país</em></strong></h3>
<p><img src="https://www.pandabooks.com.br/image/data/Autores/Adilson%20Xavier%20by%20Al%20Hamdan_bx.jpg" /></p>
<p>Muitas pessoas se dizem criativas e consideram isso uma grande qualidade. Entretanto, a criatividade está presente em todas as pessoas, só é preciso saber estimulá-la. Ken Robinson e David M. Kelley, dois dos maiores estudiosos de criatividade do mundo, defendem a ideia de que nossas escolas precisam estimular mais o potencial criativo dos alunos e, consequentemente, seus talentos. Ou seja, nosso ensino básico, fundamental e superior precisa aprender a priorizar conceitos individualmente, valorizando as preferências do aluno.</p>
<p>A realidade brasileira, no entanto, está longe disso, tanto no setor público quanto no particular. Métodos antiquados, decorebas, criação de padrões e o supervalorizado vestibular têm comprometido a vida de jovens que se sentem mal por não seguirem a linha apresentada por professores e familiares. Com isso, vários talentos são desperdiçados. A falta da criatividade faz com que o Brasil deixe de descobrir, constantemente, grandes músicos, pintores, cineastas, dançarino e outros profissionais competentes das mais variadas áreas. Mas será que as pessoas enxergam isso?</p>
<p>Adilson Xavier, um dos maiores especialistas em criatividade e Storytelling do Brasil, bateu um papo com a gente sobre a importância da criatividade na Educação, especialmente no nível superior. Apelidado de &#8220;criativo&#8221; (uma alcunha não muito inovadora, por sinal), o roteirista, publicitário e escritor Xavier é CEO da produtora Zola e já escreveu <span style="color: #3366ff;"><strong>livros</strong> </span>como Storytelling &#8211; Histórias que deixam marcas e O Deus da Criação. Confira abaixo a entrevista completa:</p>
<h3><strong><em>Entrevista com Adilson Xavier</em></strong></h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<h4></h4>
<h4><strong>Qual o seu conceito de criatividade??</strong></h4>
<p>Criatividade é o que nos aproxima dos Deuses. Para a maioria das pessoas soa como fazer surgir algo do nada, mas na verdade é juntar elementos conhecidos para formar outra coisa. Criatividade é a capacidade de enxergar as coisas que todo mundo vê sob um ponto-de-vista inexplorado. É a capacidade de surpreender e provocar encantamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>A criatividade deve ser uma das prioridades no ambiente das salas de aula?</strong></h4>
<p>Não precisa ser a prioridade absoluta, mas deve estar sempre lá. Quando se coloca a criatividade em cena, tudo fica mais divertido, desafiador, interessante e memorável. Nossas escolas estão perdendo o jogo da atratividade porque se tornaram centros repetidores de conceitos, em vez de centros buscadores de novos ares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Um profissional extremamente criativo tem mais chances no mercado de trabalho? Por quê?</strong></h4>
<p>Claro. Ser criativo é encontrar soluções, e todas as atividades profissionais precisam de gente com ideias para aumentar sua eficácia, atratividade, produtividade e rentabilidade.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-8622" src="http://ombrelofresh.test/wp-content/uploads/2018/04/livro-32.jpg" alt="" width="1600" height="1059" /></p>
<h4><strong>É possível acreditar que teremos, no futuro, um ensino superior e um mercado de trabalho com alunos e profissionais mais inovadores e criativos?</strong></h4>
<p>Isso é condição <em>sine qua non </em>para nos tornarmos competitivos no mundo atual. Sem profissionais inovadores e criativos, vamos estagnar. Sem ensino fomentador da criatividade, desde o jardim de infância até a universidade, não conseguiremos formar pessoas com capacidade de fazer a diferença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Alunos criativos tornam-se profissionais mais criativos e, consequentemente, mais aptos a mudarem a sociedade? </strong></h4>
<p>Prefiro deixar de lado o binômio aluno/profissional. Precisamos partir do princípio de que a escola existe para a formação de pessoas, aptas a conviver saudavelmente com outras pessoas em todas as situações, inclusive no trabalho. Se essas pessoas forem estimuladas a pensar criativamente, sim, elas serão capazes de transformar a sociedade e gerar felicidade.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4></h4>
<h4><strong style="color: inherit; font-family: inherit; font-size: 18px;">Leia Mais:</strong></h4>
<h4><a href="https://www.ombrelo.com.br/cultura-pop/juiz-forano-roteirista-da-turma-da-monica/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;"><strong>Entrevista com roteirista da Turma da Mônica</strong></span></a></h4>
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